quinta-feira, 28 de abril de 2011

Existe relação entre os alimentos e as emoções?

Não sei se estas informações são verídicas mas de qualquer forma estes alimentos são muitos bons para a Saúde principalmente se forem orgânicos.
Banana - contra a ansiedade Se você anda mais ansiosa que o normal, aposte na banana para elevar os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais. Aí você fica irritada  e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam poderosíssimas na produção da serotonina. 
Quanto consumir: 2 unidades por dia

Mel - pura alegria 
Triste sem motivo? De novo a causa pode ser a serotonina de menos. Nesse caso, o mel funciona     como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua. Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal. Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino. 
Quanto consumir: 1colher (sopa) / dia.



Abacate - amigo do sono 
Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer exercícios. Tem noite que o sono não vem? Põe fé no abacate. Tudo bem, ele tem gordura, mas é boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor o travesseiro. A vitamina B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono. Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem. 
Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x / semana.


Salmão - levanta o astral 
Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato. O representante oficial dessa gordura amiga é o salmão. Mas existem outros peixes (atum, aranque e sardinha) que jogam seu astral lá para cima. O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina - substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. Estudos também comprovam que este ácido graxo tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso central. 
Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.


Lentilha - afasta o medo 
Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos. 
Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana.


Nozes - mantém você concentrada 
São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória.


Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana. 
Chá verde - espanta o estresse 
Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e acabam desorganizando o funcionamento do organismo. O estresse é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos, melhora a digestão e deixa a mente lenta. 
Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.


Brócolis - deixa a mente esperta 
É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente, melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho. 
Quanto consumir: 1 pires / dia.


Óleo de linhaça - dribla o apetite voraz 
O óleo extraído da semente de linhaça e prensado à frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a cumpulsão a comida fica bem menor. 
Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.


Gérmen de trigo - acaba com a irritação 
Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade. 
Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.


Tofu -  espanta o desânimo 
O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma boa dose de cálcio. Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas que participam de produção de energia) e ferro (combate a anemia). Quando estes minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca e sem ânimo. Mas é a colina, substância que protege a membrana das células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço mental. 
Quanto consumir: 1 fatia média / dia.


Dr. Luiz Carvalho - Nutrólogo e Nutricionista 
Nut. Gabriela Zanatta Port - Nutricionista

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Transgênicos -> Indústrias são processadas pelo MJ por não informarem sobre presença de transgênicos em alimentos [Última Instância]


Quanto custa uma dieta orgânica? Nós calculamos


Não é novidade que o brasileiro está cada vez mais preocupado com a qualidade de sua alimentação.Tanto que a demanda por alimentos orgânicos só faz crescer por aqui. Pensando nisso, montamos uma dieta orgânica para você saber da onde vem o arroz e o feijão que está na sua mesa.Para começo de conversa, é bom explicar o que significa cada dieta, já que em muitos momentos leitores suscitaram dúvidas aqui no portal. As dietas vegetariana, vegana e orgânica não são iguais, vejam só:


1) VEGANA: É a mais radical. Restringe qualquer alimento de origem animal. Ou seja: nada de carne, leite, ovos, queijo…
2) VEGETARIANA ou VEGGIE: Somente a carne é proibida. Mas existem variações: ovo-lacto-vegetariano, por exemplo, é aquele que não consome nenhum tipo de carne, mas inclui ovos e derivados do leite em sua alimentação Já o lacto-vegetariano ingere laticínios em seu cardápio.
3) ORGÂNICA: Esta turma pode tudo, desde que os vegetais tenham sido cultivados sem agrotóxicos ou pesticidas e a carne seja proveniente de animais que não ingeriram hormônios e não foram tratados e abatidos de forma cruel.
Para comparar o valor dos alimentos tradicionais com os orgânicos, visitamos os sites dos supermercados Pão de Açúcar e Zona Sul no dia 12 de abril. Abaixo, uma tabelinha bem direta. Veja e surpreenda-se com o resultado.
Alimentos orgânicos sempre sofreram com o estigma de serem careiros. A diferença deaproximadamente R$ 18 em relação a convencional suscita a questão: será que não vale a pena a pena pagar um pouco mais para comer saudável? Queremos saber a sua opinião.
Fonte: Quintal dos Orgânicos: http://style.greenvana.com/2011/quanto-custa-uma-dieta-organica-nos-calculamos/


O que eu tenho a acrescentar é que a diferença aumenta de acordo com o Supermercado e diminui e muito se as compras forem feitas em feiras especializadas ou direto do produtor que entrega em sua casa. 
A diferença fica muito pequena se imaginarmos as questões de Saúde e as questões ambientais que envolvem os alimentos convencionais. 
E a diferença nem é sentida quando economizamos e eliminamos produtos industrializados do nosso Cardápio e começamos a fazer em casa os salgadinhos, os biscoitos, os bolos, os iogurtes, os pudins. Ganhamos em qualidade pois sabemos o que estamos comendo, ganhamos em sabor, ganhamos em carinho. 

domingo, 10 de abril de 2011

Orientação em Alimentação Orgânica


google imagens
Temas: 
Alimentos Orgânicos fazem bem à Saúde e ao Meio Ambiente, mas como identificá-los?
No Supermercado perto de casa tem alimento orgânico?
Porque os alimentos orgânicos são mais caros? Mas isso é mesmo verdadeiro nos dias atuais?
Orgânico é só verdura, fruta e legume?
O alimento orgânico dura menos que os convencionais?
Encontro alimento orgânico na minha cidade?
O alimento orgânico deve ser preparado de maneira especial?
Como fazer as crianças comerem frutas, verduras e legumes?
Preciso mudar radicalmente minha alimentação para comer orgânico?

Enfim, este encontro é para você que tem vontade de mudar sua alimentação, mas não tem a informação correta e acessível.
Aulas presenciais, virtuais ou via correio.
Linguagem clara, objetiva e adaptada à sua região.

  •       4 aulas de 2 horas por semana, totalmente apostilado.
  •     Custo: R$ 200,00 por pessoa nas aulas presenciais e R$ 50,00 nas aulas virtuais ou pelo correio.


Entre em contato com Nadia Cozzi pelo email nacozzi@hotmail.com ou pelos telefones: (11) 3885-1148 / 5533-0276/ 9158-4451.
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