quarta-feira, 20 de julho de 2011

Nutricionista explica como identificar alimentos orgânicos


16/07/2011 07h00 - Atualizado em 16/07/2011 07h00
Karin Honorato recomenda este tipo de alimento.

Entenda a cadeia de produção dos orgânicos.

Do G1 MG
Os produtos orgânicos estão ficando cada vez mais populares. Mas os benefícios da maioria deles ainda são desconhecidos. A nutricionista Karin Honorato foi a uma loja especializada nestes produtos para explicar como saber identificá-los. A especialista recomenda sempre preferir verduras, legumes, grãos, frutas e carnes orgânicos, que são aqueles produzidos sem uso de agrotóxico e sem nenhuma substância química.
Segundo Karin, no Brasil, a produção de orgânicos tem aumentado e os produtores têm dado preferência para este tipo de alimento. No vídeo, a nutricionista explica a cadeia de produção orgânica e o envolvimento de várias áreas como meio ambiente e saúde, tanto do trabalhador quanto do consumidor. Com todas as etapas determinadas em lei cumpridas, o produtor recebe o selo de garantia de produto orgânico do Brasil. Este símbolo garante que o alimento tem todas as regras necessárias para ser chamado de ‘orgânico’. Isso significa segurança para a saúde, de acordo com a nutricionista.
Ovos e carnes, quando orgânicos, merecem uma atenção especial à produção do rebanho ou da granja, de acordo com Karin. Os animais não podem ter estresse, a alimentação deles é também com grãos, sementes, cereais, verduras e legumes orgânicos, e o sacrifício desses animais não pode ser feito com sofrimento.
Nos alimentos orgânicos, segundo Karin, a concentração de nutrientes pode chegar a ser 20 vezes maior do que em alimentos comuns. Para ser considerado orgânico, além de toda a regulamentação de certificação, o produto tem que ter, no máximo, 5% de ingredientes não-orgânicos. Se a composição do alimento tiver a proporção 70 % / 30%, ele pode ser considerado alimento com ingredientes orgânicos. Abaixo de 70% de orgânicos na composição, ele não recebe símbolo algum.
O custo desses produtos é maior porque os gastos com a produção é também maior, em relação ao preço dos alimentos comuns.
A nutricionista recomenda o uso constante de alimentos orgânicos.
 

terça-feira, 19 de julho de 2011

Transgênicos e o uso de agrotóxicos


Como consumidores, é importante saber como os produtos que consumimos são produzidos. Ainda mais quando se trata de alimentos. Pois, além dos impactos na natureza, estes trazem impacto na nossa saúde. Para um consumidor orgânico é bom ter acesso a informações que mostram que vale a pena pagar mais pelos orgânicos. Por isso resumi um artigo que tem o título “O uso de herbicidas não diminui com transgênicos”, que comenta um relatório do Departamento de Agricultura dos EUA.

O relatório, simplesmente mostrando dados, desmascara a propaganda enganosa dos fabricantes dos transgênicos. Estes sempre disseram que o aumento das lavouras transgênicas tolerantes ao herbicida glifosato diminuiria o uso do mesmo. Na verdade, o relatório dos EUA diz que o uso do herbicida glifosato, associado às lavouras transgênicas, aumentou dramaticamente ao longo dos últimos anos, enquanto o uso de outros herbicidas mais tóxicos como atrazina não diminuiu. O relatório mostra, nos estados avaliados, o seguinte crescimento: de 2 milhões de kg no ano 2000 para 25.8 milhões de kg no ano de 2010. Então 13 vezes mais. Estes dados se referem apenas a lavouras de milho. No mesmo período, o uso da Atrazina ficou praticamente estável, ou seja, por volta de 25 milhões de kg por ano.


A atrazina está ligada a sérios efeitos sobre a saúde humana, incluindo malformações em bebês e problemas nos sistemas endócrino e reprodutor. É também uma grande ameaça aos ecossistemas por provocar problemas imunológicos hormonais e reprodutivos em espécies aquáticas. O próprio glifosato também está associado a uma série de problemas ambientais e de saúde. O aumento no uso de herbicidas nas lavouras de transgênicos tolerantes ao glifosato se deve, em grande parte, ao desenvolvimento de resistência nas espécies de mato que o herbicida pretende controlar. Com a perda de eficácia do veneno, os agricultores tendem não só a utilizar maiores quantidades de glifosato, como recorrer, de forma complementar, a outros herbicidas ainda mais tóxicos. Isso está levando também as empresas de biotecnologia a investir no desenvolvimento de plantas transgênicas tolerantes a múltiplos herbicidas como glifosato e 2,4-D (componente do famoso Agente Laranja) ou glifosato e aceto cloro, ou seja, soluções que também levarão ao aumento de venenos e, pior, cada vez mais tóxicos.


Pessoalmente vejo que é realmente urgente ampliar a consciência dos produtores e consumidores de que o caminho dos transgênicos é um caminho de death sciences (ciências da morte) embora seus fabricantes usem o slogan de life sciences (ciências da vida). Julguem vocês.
Joop Stoltenborg -  Sítio A Boa Terra

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Feira de produtos orgânicos BA


Diversas feirinhas em Salvador vendem produtos orgânicos e ecologicamente corretos. A mais conhecida funciona no Parque de Pituaçu e reúne cerca de 60 expositores distribuídos em 75 barracas, numa iniciativa da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado. Lá tomates, cebolas, abacaxis se misturam a artesanato e roupa confeccionados com material reciclado. Outras feiras ocorrem em diferentes pontos da cidade.
Rua Manoel Antônio Galvão, s/n (Parque Metropolitano de Pituaçu), Pituaçu
Telefone:  3363-5859
Domingo, 9h às 15h
Rua Anísio Teixeira,161(Estacionamento do Shopping Boulevard 161), Itaigara,
Quinta-feira, 9h às 12h
Praça Ana Lúcia Magalhães, Pituba q
Quarta-feira, 6h às 10h30
Avenida Antônio Carlos Magalhães,s/n  (Parque da Cidade), Pituba
Quinta-feira,4h às 11h
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