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Há 15 anos, meu primeiro seminário no Brasil com o título "Qual o futuro do Brasil?" "desconstruiu" a ideia da influência dos britânicos e os norte-americanos no país, de modo que a alma brasileira tivesse voz. Essa oficina foi parte de uma pesquisa sobre o Banco Central do Brasil, que me levou a ver os brasileiros como "pessoas que dançam"! Desde então, esse tema tem sido uma preocupação constante para mim.
A necessidade de uma economia mundial pode ser compreendida como um corolário, no sentido utilizado por Rudolf Steiner: um coro de povos. Cada povo do mundo tem que fazer soar seu tom único, que nenhum outro povo pode fazer soar. A crise financeira global torna essa necessidade mais clara do que nunca.
Steiner também afirmou que a comunidade anglo-americana seria dominante por cem anos, através de uma vida econômica aparentemente desprovida de espírito. Estamos chegando, agora, ao final desse tempo. Qual é a situação atual?
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A economia mundial é dominada pelo FMI, pelo Banco Mundial e pela Organização Mundial do Comércio, o que mostra que o princípio da autogovernança na economia, longe de ser estranho, é a base da vida econômica de nossos dias. Só que a forma como estas instituições são
geralmente compreendidas encobre as possibilidades mais profundas apontadas por Steiner. Além disso, quando de sua criação, em 1944, esses organismos foram concebidos por um dos seus principais arquitetos, o economista britânico John Maynard Keynes, como órgãos de uma economia mundial e não como instrumentos de política externa,
como se tornaram. Dessa forma, será que Keynes pode ser visto como aquele que deu expressão prática para o que Steiner esperava?
O objetivo deste workshop é explorar a possibilidade de que a vida econômica de hoje seja mais autônoma do que pensamos, e examinar se o suposto abismo entre as realidades atuais e que a que Rudolf Steiner tinha em mente é tão grande como nós às vezes acreditamos.
O dia começará com uma introdução à obra de Keynes à luz da missão de Joana d'Arc. Será então examinada com mais detalhes a origem, o propósito e o significado latente do FMI, do Banco Mundial e da Organização Mundial do Comércio.
Por que esse estudo agora? Porque essas instituições há muito tempo dizem aos povos do mundo como se comportar. Agora elas precisam ouvir o que as almas de diferentes povos dizem esperam para dar seus próximos passos. No caso do Brasil, qual seria sua tarefa, além de ser um "mercado emergente"?
Como parte do trabalho da Conferência de Economia do Goetheanum, este seminário é um dos vários serem realizados em diferentes países em 2012.

Aberto a todos. Nenhum conhecimento formal da economia é necessário.
Custo: R$ 120 (R$ 60 estudantes) a pagar até o dia do evento.
Inscrição: Efetue depósito do valor do workshop até dia 7 de março para:
Sociedade Antroposófica no Brasil - CNPJ:50.533.462/0001-42
Banco Bradesco (237) Agencia: 1432-0 Conta Poupança: 8545094-8
Envie o comprovante com seu nome completo, telefone e e-mail aos cuidados de Lúcia:
luciasigolo@gmail.com ou Fax (11) 5523-0537 Se necessário, use também esse contato para outras informações.

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