quarta-feira, 27 de março de 2013

NESTLÉ MATA ÁGUA MINERAL EM SÃO LOURENÇO MG


Há alguns anos a Nestlé vem utilizando os poços de água mineral de São Lourenço para fabricar a água marca PureLife.



Diversas organizações da cidade vêm combatendo a prática, por muitas razões.
As águas minerais, de propriedades medicinais e baixo custo, eram um eficiente e barato tratamento médico para diversas doenças, que entrou em desuso, a partir dos anos 50, pela maciça campanha dos laboratórios farmacêuticos para vender suas fórmulas químicas através dos médicos. Mas o poder dessas águas permanece. Médicos da região, por exemplo, curam a anemia das crianças de baixa renda apenas com água ferruginosa.

Para fabricar a PureLife, a Nestlé, sem estudos sérios de riscos à saúde, desmineraliza a água e acrescenta sais minerais de sua patente. A desmineralização de água é proibida pela Constituição.

Cientistas europeus afirmam que nesse processo a Nestlé desestabiliza a água e acrescenta sais minerais para fechar a reação. Em outras palavras, a PureLife é uma água química. A Nestlé está faturando em cima de um bem comum, a água, além de o estar esgotando, por não obedecer às normas de restrição de impacto ambiental, expondo a saúde da população a riscos desconhecidos. O ritmo de bombeamento da Nestlé está acima do permitido.

Troca de dutos na presença de fiscais é rotina. O terreno do Parque das Águas de São Lourenço está afundando devido ao comprometimento dos lençóis subterrâneos. A extração em níveis além do aceito está comprometendo os poços minerais, cujas águas têm um lento processo de formação. Dois poços já secaram. Toda a região do sul de Minas está sendo afetada, inclusive estâncias minerais de outras localidades.

Durante anos a Nestlé vinha operando, sem licença estadual. E finalmente obteve essa licença no início de 2004.

Um dos brasileiros atuantes no movimento de defesa das águas de São Lourenço, Franklin Frederick, após anos de tentativas frustradas junto ao governo e à imprensa para combater o problema, conseguiu apoio, na Suíça, para interpelar a empresa criminosa. A Igreja Reformista, a Igreja Católica, Grupos Socialistas e a ONG verde ATTAC uniram esforços contra a Nestlé, que já havia tentado a mesma prática na Suíça.

Em janeiro deste ano, graças ao apoio desses grupos, Franklin conseguiu interpelar pessoalmente, e em público, o presidente mundial do Grupo Nestlé. Este, irritado, respondeu que mandaria fechar imediatamente a fábrica da Nestlé em São Lourenço. No dia seguinte, no entanto, o governo de Minas (PSDB), baixou portaria regulamentando a atividade da Nestlé. Ao invés de aplicar multas, deu-lhe uma autorização, mesmo ferindo a legislação federal. Sem aproveitar o apoio internacional para o caso, apoiou uma corporação privada de histórico duvidoso.

Se a grande imprensa brasileira, misteriosa e sistematicamente vem ignorando o caso, o mesmo não ocorre na Europa, onde o assunto foi publicado em jornais de vários países, além de duas matérias de meia hora na televisão. Em uma dessas matérias, o vereador Cássio Mendes, do PT de São Lourenço, envolvido na batalha contra a criminosa Nestlé, reclama que sofreu pressões do Governo Federal (PT), para calar a boca. Teria sido avisado de que o pessoal da Nestlé apóia o Programa Fome Zero e não está gostando do barulho em São Lourenço.

Diga-se também que a relação espúria da Nestlé com o Fome Zero é outro caso sinistro. A empresa, como estratégia de marketing, incentiva os consumidores a comprar seus produtos, alegando que reverte lucros para o Fome Zero. E qual é a real participação da Nestlé no programa? A contratação de agentes e, parece, também fornecendo o treinamento.

Sim, é a mesma famosa Nestlé, que tem sido há décadas alvo internacional de denúncias de propaganda mentirosa, enganando mães pobres e educadores, para substituir leite materno por produtos Nestlé, em um dos maiores crimes contra a humanidade.

A vendedora de leites e papinhas “substitutos” estaria envolvida com o treinamento dos agentes brasileiros do Fome Zero, recolhendo informações e gerando lucros e publicidade nas duas pontas do programa: compradores desejosos de colaborar e famintos carentes de comida e informação. Mais preocupante: o Governo Federal anuncia que irá alterar a legislação, permitindo a desmineralização “parcial” das águas. O que é isso? Como será regulamentado?

Se a Nestlé vinha bombeando água além do permitido e a fiscalização nada fez, como irão fiscalizar agora a tal desmineralização “parcial”? Além do que, “parcial” ou “integral”, a desmineralização é combatida por cientistas e pesquisadores de todo o mundo. E por que alterar a legislação em um item que apenas interessa à Nestlé? O que nós, cidadãos, ganhamos com isso?

É simples. Sabemos que outras empresas, como a Coca-Cola, estão no mesmo caminho da Nestlé, adquirindo terrenos em importantes áreas de fontes de água. É para essas empresas que o governo governa? Uma vergonha !!!

Colabore. Transmita estas informações para outras pessoas e não consuma o que prejudica a saúde.

www.circuitodasaguas.org

segunda-feira, 18 de março de 2013

Mais casos de contaminação em alimentos! Ah como é bom fazer minha comidinha em casa!!! Industrializados zero!

* 29.out.2008 - Uma mulher encontrou um anfíbio dentro de uma lata de pêssego em calda, em Florianópolis (SC). Eliziane Ribeiro, 28, já havia comido um pêssego da lata quando viu, no meio da sobremesa, uma pata e depois o corpo inteiro do animal

* 20.mar.2012 - Franquia da rede McDonald"s do shopping Praia de Belas, zona sul de Porto Alegre, é interditada após a Vigilância Sanitária vistoriar o local e encontrar sujeira e insetos, incluindo baratas 

* 26.abr.2012 - Vigilância Sanitária apreende 14,5 toneladas de produtos alimentícios impróprios para o consumo em uma rede de supermercado atacadista de Uberaba (475 km de Belo Horizonte). A maioria dos alimentos eram embutidos, como presunto, salsicha, linguiça e salames 

* 4.mai.2012 - A Justiça paulista condenou a empresa Kraft Foods do Brasil, fabricante dos produtos da marca Lacta, a indenizar R$ 5.000 a dois clientes que passaram mal após encontrarem larvas nos chocolates Shot e Ouro Branco. A empresa diz que recorrerá nos dois casos 

* 10.mai.2012 - A Vigilância Sanitária de Porto Alegre notifica a rede de comida árabe Habib"s e suspendeu a venda de um lote de recheios de esfihas em quatro lojas da capital gaúcha. O motivo foi a presença, confirmada em teste de laboratório, de bactérias nocivas no produto

Dona de casa encontra preservativo dentro de lata de extrato de tomate em Casa Branca (interior de São Paulo)

* 22.nov.2012 - A carioca Ursula de Almeida encontrou uma gosma no fundo da garrafa de suco de uva da Ades. Segundo a Unilever, a gosma era um fungo que provavelmente teria sido formado por uma fissura na caixa

 

* 6.fev.2013 - Tony Hinds, cliente do supermercado Tesco em uma cidade do interior de Kentucky, nos Estados Unidos, encontrou um dente humano dentro de uma linguiça industrializada. Ele fazia cachorro quente para a sua festa de aniversário. Foi sua noiva quem abriu a embalagem e o casal chegou a passar mal quando viu o dente enfiado em uma das linguiças, que estava intacta. O supermercado negou que o dente humano estivesse na embalagem quando o produto chegou na loja. O produto era da "tesco finest" a linha mais cara da rede de supermercados Reprodução/Mail Online

* 19.fev.2013 - A Proteste Associação de Consumidores pediu à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a retirada do mercado de um dos lotes do ketchup da marca Heinz pela presença de "pelos de roedor" no produto. A irregularidade foi detectada após exame microscópico em amostras compradas em supermercado de São Bernardo do Campo (SP) Leia mais Toby Talbot/AP

* 24.fev.2013 - Um grupo de amigos encontrou um besouro em esfirra de espinafre do Habib"s no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio de Janeiro, durante visita ao restaurante. Procurado, o Habib"s informou que a situação foi resolvida dentro da loja e, caso a empresa tenha que tomar alguma medida corretiva, ela será feita internamente.

* 4.mar.2013 - Um internauta publicou em sua conta no Facebook fotos de um objeto não identificado que, segundo ele, foi encontrado dentro de uma caixinha de água de coco da marca Kero Coco, na cidade de Carlópolis (PR)

e muitos mais... Veja em Economia Uol


Após contaminação, Anvisa suspende produtos com soja da marca Ades



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da fabricação, distribuição, comercialização e consumo, em todo o território nacional, de todos os lotes de vários produtos da marca Ades por "suspeita de não atenderem às exigências legais e regulamentares" do órgão.

A medida, válida para todo o território nacional, engloba todos os sabores do produto. De acordo com a Anvisa, o consumidor que tiver adquirido os produtos não deve consumi-los.

"Apesar de a Unilever já ter realizado o recall do lote do produto com sabor maçã (96 unidades, segundo informações da empresa), a Anvisa decidiu suspender todos os lotes de todos os sabores, produzidos na linha de produção em que foi identificada a falha, até que a Agência tenha mais informações sobre a verdadeira extensão do problema", disse a Anvisa em nota.

A Unilever se posicionou sobre a suspensão imposta pela Anvisa afirmando que apenas os lotes com o suco de maçã anunciados na semana passada tiveram contaminação (lote com as iniciais AGB 25, fabricado em 25/02/2013, com validade até 22/12/2013).

Em nota, a empresa considera que "todos os demais produtos Ades não correspondentes aos lotes com iniciais 'AG'" estão em "perfeitas condições para consumo". Mas, obedecendo à ordem da Anvisa, a empresa informou que já iniciou a retirada dos produtos do mercado.

A Unilever afirmou que está passando à Anvisa todas as informações necessárias para tentar revogar a proibição da venda da bebida.
Anvisa vai fiscalizar fábrica com problema

De acordo com a Anvisa, está programada para esta segunda-feira (18), uma inspeção sanitária na fábrica da empresa em Pouso Alegre (MG), na qual serão verificadas as condições de produção do alimento.

A medida foi publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU). A Anvisa não informou por quanto tempo vale a suspensão.

A suspensão abrange todos os lotes dos seguintes produtos:
sabor abacaxi (embalagem de 1 litro);
cereais com mel (1 litro);
chá verde com tangerina (1 litro);
chá verde com limão (1 litro);
chocolate clássico (1 litro);
chocolate com coco (1 litro);
frapê de coco (1 litro);
laranja (1 litro), (1 litro promocional, leve 1 litro pague 900 ml), (1,5 litro);
maçã (1 litro), (1 litro promocional, leve 1 litro pague 900 ml), (1,5 litro);
manga (1 litro);
maracujá (1 litro);
melão (1 litro);
morango (1 litro);
original (1 litro), (1,5 litro);
pêssego (1 litro);
shake morango (1 litro);
uva (1 litro), (1 litro promocional, leve 1 litro pague 900 ml), (1,5 litro);
vitamina banana (1 litro);
zero frapê de coco (1 litro);
zero laranja (1 litro);
zero maçã (1 litro);
zero original (1 litro);
zero pêssego (1 litro);
zero vitamina banana (1 litro);
zero uva (1 litro).

Ainda de acordo com a Anvisa, "caso seja verificado que o problema tenha, de fato, sido solucionado e que não atingiu outros lotes e sabores, os produtos poderão ser, novamente, liberados".
Na semana passada, recall de Ades de maçã de 1,5 litro

Na semana passada, a Unilever já tinha anunciado um recall por contaminação com produtos de limpeza. A empresa alertou que a ingestão da substância poderia provocar queimaduras.

De acordo com a empresa, cerca de 96 unidades do produto estavam impróprias para o consumo humano (lote com as iniciais AGB 25, fabricado em 25/02/2013, com validade até 22/12/2013). As embalagens com o produto contaminado foram distribuídas nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.

A empresa solicitou que os consumidores verificassem o produto já adquirido e, caso se tratasse do lote mencionado, não o consumissem e entrassem em contato gratuitamente pelo SAC (0800 707 0044), das 8h às 20h, ou pelo e-mail (sac@ades.com.br).

Fonte: Economia UOL
O telefone do SAC estava instável na tarde desta segunda-feira. O UOL tentou entrar em contato e não conseguiu. Em algumas tentativas, ficou mudo, em outras a ligação não foi atendida. Um leitor relatou que ouviu uma mensagem de que o número "foi desativado".

quarta-feira, 13 de março de 2013

Uma alimentação correta e não prejudicial. Site dá dicas de produtos seguros para diabéticos, hipertensos e celíacos


Os portadores de necessidades alimentares especiais tem agora um novo aliado na busca por uma alimentação correta e não prejudicial.

Fast-food: veja o que você põe na bandeja

Fast-food: veja o que você põe na bandeja

Bem legal este aplicativo do PROTESTE para que vc possa conhecer a quantidade de calorias, gordura saturada, trans e sódio que você consome ao fazer uma refeição na sua lanchonete preferida. 
Para utilizar o simulador é preciso informar sua idade e, em seguida, indicar a lanchonete e as opções do cardápio que você prefere. 
Clique em “Bandeja A” e repita o processo e clique em “Bandeja B” para efetuar a comparação. Acesse aqui!

Unilever anuncia recall do suco AdeS Maçã devido a risco de queimadura.

Cerca de cem caixas do produto de 1,5 litro do lote AGB 25 estão impróprios para consumo, segundo a fabricante
AdeS Maçã: falha no processo de higienização resultou no envase de embalagens com solução de limpeza Foto: Agência O Globo

Leia o artigo completo em O Globo

Alimentação saudável PR aumenta 284% quantidade de orgânicos na merenda

No ano passado, 456 escolas, em 69 municípios paranaenses, ofertaram alimentos orgânicos na merenda dos alunos
Fonte: Bem Paraná - 13/03/13 às 11:32 atualizado às 11:41 AEN


AOPA, Associação para Desenvolvimento da Agroecologia. Colombo (foto: Hedeson Alves/SEED)

O Paraná vai servir neste ano 2.537 toneladas de alimentos orgânicos na merenda escolar dos alunos da rede estadual da educação. Além de aumentar em 284% a quantidade deste tipo de alimento em relação ao ano passado, a secretaria estadual da Educação ampliou em 61% o número de escolas atendidas com produtos orgânicos na merenda.

No ano passado, 456 escolas, em 69 municípios paranaenses, ofertaram alimentos orgânicos na merenda dos alunos. Para 2013 serão 735 escolas, em 92 municípios. O número de fornecedores também subiu de 10 para 22 cooperativas e associações de produtores orgânicos.

“O Paraná deu um grande salto na qualidade da alimentação escolar e virou referência no país. Aumentamos em quase 1.500% a destinação de recursos para compra da agricultura familiar, e dentro disto priorizamos produtos orgânicos”, disse o secretário de Estado da Educação e vice-governador, Flávio Arns.

Os orgânicos compõem um total de 12.477 toneladas de alimentos que serão fornecidos no decorrer do ano por pequenos produtores rurais. No ano passado, a agricultura familiar abasteceu metade dessa quantidade de alimentos para a merenda dos alunos da rede estadual.

Neste ano o Governo do Paraná destinou R$ 32 milhões para compra de produtos da agricultura familiar, valor que poderá chegar a R$ 45 milhões até dezembro. Em 2010, o investimento não passou de R$ 3 milhões.

A tendência de aumento da agricultura familiar e de orgânicos na merenda das escolas paranaenses deve continuar nos próximos anos. “Os produtores estão animados com resultados e investem na mudança da cultura convencional para orgânica. Todos ganham no processo, os alunos que recebem uma alimentação mais saudável, os produtores que ampliam sua renda e o meio ambiente que é poupado dos defensivos”, diz a diretora de Infraestrutura Logística da Secretaria, Márcia Stolarski.

De pai para filho: Filho de agricultor, o aluno Elinton Ceccon, 16 anos, 3ª ano do ensino médio do Colégio Estadual Abrahan Lincoln, de Colombo, acredita que o consumo de produtos orgânicos dentro da escola estimula uma dieta saudável e os benefícios do cultivo destes produtos. “Acho importante consumir o alimento orgânico, ajuda a melhorar a saúde, é mais nutritivo e pode incentivar outros produtores da região a produzir o orgânico, contribuindo para não poluir o ambiente”, conta Elinton.

A agricultura familiar na merenda é um grande incentivo para o cultivador Edilson Ceccon, pai do aluno e um dos fornecedores do colégio. Cerca de 60% da produção de hortaliças e de tubérculos da sua propriedade é destinada às escolas da região de Colombo, por meio do programa de Agricultura Familiar. “É a certeza de que a produção tem venda garantida. Motiva a gente não parar. Se não fosse assim (agricultura familiar), não tinha incentivo para produzir o alimento orgânico”, diz o agricultor Edilson Ceccon.

Para a aluna Camila Santana da Silva, 16 anos, 3º ano, do Colégio Estadual Major Vespasiano Carneiro de Mello, em Castro, a merenda está mais variada com alimentos que antes não faziam parte do cardápio escolar. “Agora está bem melhor. Todo dia temos uma coisa diferente, tem bastante salada, legumes e isso é muito bom para a saúde”, diz Camila.

A agricultura familiar fornece semanalmente para as escolas açúcares, carne, ovos, cereal, feijão, frutas, hortaliças, iogurte e similar, legumes, leite, outros lácteos, panificados e sucos.

Para chegar ao patamar atual, a Secretaria, em parceria com a Celepar investiu, no desenvolvimento de um sistema eletrônico que permite às cooperativas e associações participantes das chamadas públicas elaborarem suas propostas de venda para as escolas de todo o Estado. Este sistema faz também a classificação dos fornecedores conforme proximidade das escolas, tipo de produto (convencional ou orgânico) e participação de produtores de assentamentos e comunidades tradicionais como indígenas e quilombolas.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Pão de Açúcar inicia feira itinerante de orgânicos


Primeira edição ocorrerá sábado na loja da Vila Clementino
Atento ao crescimento da alimentação orgânica no país e reforçando seu pioneirismo no segmento no grande varejo brasileiro, o Pão de Açúcar inicia, dia 9 de março, uma feira orgânica itinerante. O primeiro supermercado a receber a iniciativa é o da Vila Clementino, a primeira loja verde da redeem São Paulo. A feira acontecerá das 8 às17hs nesse período haverá descontos de 20% a 30% em vários itens orgânicos da loja.
Na ocasião de cada evento, serão montadas barraquinhas na entrada de cada supermercado apenas com orgânicos e será realizada degustação de produtos. Além de frutas, verduras e legumes, os clientes encontrarão itens de padaria (como pães e bolos), cereais, sucos, azeites, iogurtes, queijos e até itens mais inusitados que já ganharam suas versões orgânicas, como é o caso do refrigerante Wewi, macarrão instantâneo, açaí, salgadinho e sorvete.
“Reuniremos em uma exposição diferenciada os produtos que já existem na loja, mostrando que é possível compor refeições orgânicas em todos os momentos do dia a dia e reforçar o sortimento da categoria, que já conta com mais de 800 itens cadastrados”, comenta Sandra Sabóia, Gerente Comercial do Pão de Açúcar.
Para esclarecer dúvidas de clientes e apresentar os benefícios da alimentação orgânica, a rede convidará, a cada edição da feira, alguns fornecedores. Atualmente, o Pão de Açúcar conta com 150 produtores de orgânicos entregando em uma de suas 163 lojas pelo país e mantém parcerias com os mais importantes fabricantes, como a Native, Mãe Terra, Jasmine, Korin e Organic Beef, além de possuir uma marca própria, a Taeq, com mais de 250 itens orgânicos em linha.
A proposta do Pão de Açúcar é democratizar o consumo de produtos orgânicos, oferecendo não apenas variedade como também bons preços. Para isso, a rede vem apostando na diversidade e capacitação de fornecedores, bem como na garantia de um volume de produção que seja vantajoso para o produtor e a companhia.
“O Pão de Açúcar acredita em uma relação sustentável com o homem do campo. Temos técnicos que desenvolvem fornecedores e garantimos a compra de sua produção para oferecer aos nossos clientes um produto de excelente qualidade a um preço competitivo”, comenta Sandra.
Além disso, segundo a executiva, a procura por alimentos orgânicos tem crescido no Pão de Açúcar – em2012, acategoria cresceu 30% em vendas se comparado a 2011. Pesquisa divulgada ano passado pelo Ministério do Meio Ambiente, revelou que 85% dos consumidores se declararam mais propensos à compra de produtos se forem fabricados sem agredir o meio ambiente, como é o caso dos orgânicos. Além disso, segundo a Abras (Associação Brasileira dos Supermercados), no Brasil, os produtos orgânicos movimentaram aproximadamente US$ 550 milhões em 2011.
A partir da próxima semana, e sempre aos sábados, a feira visitará outras lojas Pão de Açúcar. No dia16 ainiciativa acontecerá na loja Pão de Açúcar, da Al. Gabriel Monteiro da Silva, 1351.
Serviço:1ª Feira Itinerante de Orgânicos do Pão de Açúcar
Local: Pão de Açúcar Vila Clementino – Rua Dr. Altino Arantes, 268. F:(11) 2276-8786
Data:9 de março de 2013
Horário: das 8h às 17h

Vc quer mais informações sobre o leite e o queijo orgânico?

quinta-feira, 7 de março de 2013

Mini Chicken de Frango Turma da Mônica PERDIGÃO 300g











A Turma da mônica ajudando na má alimentação infantil, olha quantos aditivos químicos no Mini Chicken, só para começar.

Ingredientes:
Carne de frango, água, proteína vegetal, ovos, sal, cebola, pimenta, alho, condimentos limão, estabilizantes: tripolifosfato de sódio, realçador de sabor glutamato monossódico, antioxidante eritorbato de sódio, cobertura: farinha de rosca, amido.
CONTÉM GLÚTEN.
Fonte: Site do Pão de Açúcar



Qual proteína vegetal? pode ser mais glutamato monossódico.
Estabilizantes - sódio....
Antioxidantes - sódio ....
Os amidos se forem de milho correm sérios riscos de serem transgênicos.

Afinal o que faz o Glutamato Monossódico com sua Saúde?


Os cientistas usam o Glutamato Monossódico como forma a induzir a obesidade em cobaias. Associado á uma dieta rica em calorias, o glutamato também demonstrou causar estresse oxidante no fígado.
Nas pessoas, as reações físicas ao glutamato monossódico pode causar dor de cabeça, formigamento, fraqueza, dor de estômago, enxaqueca, vômito, diarreia,sensação de aperto no peito, rash cutâneo ou sensibilidade à luz, barulho ou aromas.

Encontrado em produtos alimentícios rotulado como ácido glutâmico, proteína vegetal hidrolisada, extrato de proteína vegetal, caseinato de cálcio, extrato de levedura, proteína texturizada, farinha de aveia hidrolisada ou óleo de milho.

Fonte: A não dieta dos franceses
Dr. Will Clower

O glutamato é considerado uma excitotoxina, ou seja, ele superexcita as células nervosas, pois é utilizado como um transmissor de impulsos nervosos. O consumo excessivo e/ou freqüente desta substância tem sido associado à certas doenças neurológicas como: Alzheimer, Parkinson, dificuldade de aprendizado, hiperatividade e enxaquecas.

Um estudo publicado no Journal of Obesity, realizado na Universidade da Carolina do Norte (EUA), demonstrou que pessoas que utilizam glutamato monossódico estão mais propensas do que pessoas que não o utilizam a ficarem acima do peso ou obesas, mesmo que tenham o mesmo nível de atividade física e ingestão calórica.

O glutamato também pode acarretar alergias. Outros estudos relacionam o consumo excessivo desta substância com o risco de desenvolvimento de câncer do aparelho digestivo.

Fique atento: É importante criar o hábito de ler o rótulo dos produtos, assim poderemos identificar na lista de ingredientes aqueles alimentos que possuem glutamato monossódico em sua composição.
Fonte: Mundo Verde

É o Ajinomoto, encontrado em salgadinhos, sopas (pó), biscoitos, refeições congeladas, molhos para salada e carnes.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Papinha e purezinho: praticidade para as crianças

Fonte: Proteste
20 abril 2012

Jasmine lança produtos orgânicos em cinco sabores, para bebês a partir de 6 meses de idade.

Quem tem filhos pequenos sabe como pode ser difícil alimentá-los durante uma saída ou passeio. De olho neste público, a Jasmine lançou uma linha de papinhas e purês orgânicos. Além de não possuir aditivos químicos em sua composição, os produtos não levam açúcar e possuem um baixo teor de sódio.

São cinco sabores, sendo três salgados (abóbora, batata e milho, macarrão com vegetais (abóbora, batata, milho e brócolis) e vegetais com arroz e quinoa) e dois doces (mix de frutas (maçã, pera e banana) e maçã). As papinhas e purês vêm em potes plásticos, que podem ser levados direto ao micro-ondas, com preço de referência R$5,95 por unidade (113g).

Embora as papinhas e purês sejam uma alternativa prática e interessante nos momentos mais corridos, não devem ser consumidos diariamente, já que uma alimentação fresca, variada e balanceada é o mais indicado para o crescimento e desenvolvimento dos pequenos.

Apesar de completo, rótulo pode ser melhor

Os rótulos contêm todas as informações importantes para o consumidor, com destaque para o modo de armazenamento e a validade após abertura. Além disso, adverte que o produto não deve ser usado por crianças menores de seis meses de idade, a não ser por indicação expressa de médico ou nutricionista, e reforça a importância do aleitamento materno.

Entretanto, eles podem melhorar. Pelas regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), é opcional a declaração do %VD (percentual do valor diário) para valor energético, carboidratos, proteínas, gorduras totais e saturadas, fibra alimentar e sódio nas embalagens desses alimentos. E a Jasmine não menciona esses dados nas embalagens. 

Hoje, quem quiser consultar tais referências precisa acessar o informe técnico no site da ANVISA, mas o documento está em atualização desde 2008. Dessa forma, acreditamos que seria interessante para os consumidores ter nas embalagens essas informações, e por isso, enviaremos um ofício à Anvisa para que ela priorize o informe técnico.

Nota minha: Não leve ao microondas... ele acaba com os nutrientes do alimento. Um banho Maria está ótimo. Nadia Cozzi

Ketchup tem pelo de roedor

Fonte: Proteste
PROTESTE pede que lote da marca Heinz seja retirada do mercado após encontrar irregularidades em exame microscópico.

A PROTESTE está pedindo a retirada preventiva do mercado do lote 2C30 do Tomato Ketchup Heinz, 397 gramas, em que detectou a presença de pelo de roedor, através de exame microscópico. As amostras foram compradas em supermercado de São Bernardo, São Paulo, no final de 2012.

O problema foi detectado durante a realização de teste de ketchup envolvendo diversas marcas. Devido ao risco à saúde do consumidor, PROTESTE acionou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mesmo antes de terminar as demais avaliações.
As sujidades encontradas nas análises demonstram que o alimento é impróprio para consumo, com forte indício de que há problemas graves de higiene, além do não cumprimento das boas práticas de fabricação.

Diante da violação ao Código de Defesa do Consumidor, à Constituição Federal, e à legislação sanitária vigente, a PROTESTE está solicitando também  a imediata inspeção no fornecedor importador e distribuidor do produto Heinz comercializado no Brasil, a Coniexpress. Os fornecedores estão sendo notificados dos resultados encontrados no laboratório.

Nota:
Fugir dos industrializados é uma boa maneira de preservar a saúde e garantir a higiene dos alimentos. Uma opção é fazer seu próprio catchup que tal?

Páscoa em alerta: arsênio encontrado em peixes

Fonte: Proteste
27 fevereiro 2013



Sardinha, atum e corvina apresentaram problemas em nossas análises. Mesmo assim, não é preciso tirar esse alimento da mesa.


Com a proximidade da Páscoa, período tradicional de consumo de peixes, a PROTESTE avaliou quatro espécies de peixes frescos, embusca de metais, e em diversos deles encontramos arsênio. A preocupação é que a presença deste metal em alimentos pode ser relacionada a problemas renais, hepáticos e no sistema nervoso, além de ultrapassar os limites brasileiros legais para o consumo da substância.

Por outro ponto de vista este resultado não é tão grave por que de acordo com estudos científicos, os ácidos graxos ômega 3, cuja fonte principal é o peixe, proporcionam benefícios nutricionais, que chegam a superar os danos ocasionados por este metal.

No teste avaliamos se haveria a presença de cádmio, chumbo, mercúrio e arsênio em atuns, corvinas, pintados e sardinhas, comprados em estabelecimentos de São Paulo. Esses metais podem atingir rios e mares após o descarte impróprio de rejeitos no meio ambiente. E os peixes, por meio de suas brânquias (órgão por onde respiram), os absorvem e depois de pescados esses metais podem ir para o prato dos consumidores.

Nos resultados de nossas análises laboratoriais não detectamos qualquer vestígio de cádmio e chumbo. No caso do mercúrio, encontramos esse metal em 58% das amostras. Porém, com um valor abaixo do limite máximo assegurado pela legislação.

Já o arsênio estava presente em 75% das amostras, sendo que apenas 2,5% delas em limites dentro do aceitável. Somente o pintado se mostrou livre de arsênio e de outros metais. Quanto às corvinas, 90% delas continham o metal acima da lei. E todos os atuns e sardinhas apresentavam a substância além do ideal.

No entanto, precisamos salientar dois aspectos:
No Brasil, não há laboratórios privados que ofereçam a distinção entre arsênio orgânico e inorgânico e os problemas de toxicidade estão relacionados à forma inorgânica.
Esses resultados são apenas um retrato atual, se voltarmos aos estabelecimentos para comprar as mesmas espécies de peixes, pode ser que encontremos dados diferentes.

O fato é que já existem pesquisas sobre a relação entre o consumo de peixes contaminados por metais com a predisposição ao câncer e outras doenças. Por isso, uma dica para prevenir problemas é seguir uma dieta diversificada, variando as espécies de peixes e a frequência de seu consumo.



Veja na tabela que a maioria das amostras de peixes apresentavam arsênio.

sábado, 2 de março de 2013

O Abate do Salmão é o Mais Cruel Possível


Por Alexandre Feldman, Quarta, 5 de outubro de 2011 às 09:08 ·
Em conversa ontem com fonte ligada à indústria de peixes, fui informado que salmões criados em cativeiro, recebem corantes, rações e antibióticos em quantidade impressionante. Além disso, o método de abate desses peixes não poderia ser mais cruel: simplesmente cortam-se as guelras e deixa-se os peixes morrendo lentamente com muito sofrimento.

Tudo pela preservação de cor e outros "padrões de qualidade".


Eu já não como salmão de cativeiro há muitos anos. Apenas salmão selvagem quando em viagem por países que possuem acesso a eles.


Ao contrário do que lemos e ouvimos, o salmão cultivado em cativeiro (que perfaz 100% do salmão disponível no Brasil) não é boa fonte de ômega-3, devido justamente à sua ração, distante da alimentação natural, que seria necessária para formar esse ácido graxo essencial.


De tão doente e deficiente em nutrientes, a carne do salmão cultivado não é rosada, mas cinza. Apenas quando o distribuidor vai comprar o salmão é que a tonalidade de rosa a lhe ser conferida.

Veja também: 
A indústria do Salmão e os danos à saúde e meio ambiente

A indústria do Salmão e os danos à saúde e meio ambiente

Em Coletivo Verde - 01 out 2012 - Por Nadia Cozzi em Saúde e Alimentação





Já faz algum tempo que ando ensaiando escrever sobre o salmão, tão aclamado por suas qualidades nutricionais, combate ao colesterol ruim, anti-inflamatório e que traz inúmeros benefícios para a saúde, inclusive altas doses de ômega 3. Tudo verdade dependendo do tipo de salmão que se consome.

Como assim, mas salmão não é tudo a mesma coisa?

Não, infelizmente o alto consumo criou moda e percebeu-se que poderia haver muito lucro nessa fatia de mercado. Surgiu então o salmão de cativeiro, que nada tem a ver com o salmão selvagem encontrado na América do Norte, com sua carne rosa, que vive em liberdade no oceano e que na época da reprodução sobe para os rios. Esse é o verdadeiro salmão, raro, caro, colorido à base de uma dieta composta entre outras coisas de camarão e Krill, e representa “pasmem”, somente 5% de todo o salmão vendido nos Estados Unidos e que chega ao Brasil em quantidades irrisórias e claro caríssimas.
A indústria do Salmão



Mais da metade do consumo mundial de salmão atualmente tem como origem viveiros produtores do Chile, Canadá, Estados Unidos e norte da Europa, com isso a iguaria acabou perdendo suas importantes qualidades nutricionais. Ômega 3, vitaminas A,D,E e do complexo B, Magnésio, Ferro, que bom seria se isso fosse verdade nos peixes vendidos “aos quilos” e em promoção nos supermercados por preços tão acessíveis, não é?

Na realidade o peixe de cativeiro tem uma cor que vai do cinza ao bege claro, talvez no máximo um rosinha pálido. As astaxantina e cantaxantina são iguais às que, na Natureza, tingem a carne do salmão, mas no cativeiro são substâncias sintéticas derivadas do Petróleo. Também são usadas na ração de galinhas, dando um tom mais alaranjado às gemas de algumas marcas de ovos “tipo caipira”. Em grandes quantidades podem causar problemas de visão e alergias. Estudos mais recentes apontam a astaxantina como tóxica e carcinogênica. Uma informação interessante é que 100g de salmão com corante equivale em toxinas a 1 ano consumindo enlatados.



Para piorar a situação, muitas vezes os ambientes onde são criados têm higiene duvidosa, os peixes recebem altas doses de antibióticos e sua alimentação é muito gordurosa, à base de farinha e azeite de peixe. Uma saída segundo os pesquisadores é exigir mais informações nas etiquetas dos alimentos, como país de origem do produto e se é criado em cativeiro ou não.
Principais diferenças
Salmão Selvagem:

Custa o dobro, mas suas principais diferenças estão na qualidade e nos benefícios.

Come crustáceos coloridos, por isso a cor rosa suave
Possui grandes quantidades de Ômega 3
Sua textura é macia e aveludada como todo peixe gordo, desmancha na boca.
Salmão de Cativeiro:

Come ração, os corantes sintéticos dão cor à carne, normalmente uma forte cor alaranjada.
Menor quantidade de gorduras boas, grande quantidade de gorduras saturadas.
Textura de peixe: normalmente muito macio à mordida.
Químicos e transgênicos

A vantagem do cativeiro é padronizar o produto, garantindo assim a estabilidade da oferta. Garantimos também a candidatura do salmão à extinção. Daqui há alguns anos só teremos fazendas de peixes,principalmente se for aprovado o salmão transgênico, desenvolvido nos Estados Unidos pela empresa de biotecnologia Aqua Bounty Technologies. Essa nova raça artificial pode atingir o tamanho de mercado na metade do tempo que leva um salmão selvagem para crescer (de 22 a 30 meses). Claro que se por acaso um desses “espécimes” escapar para o ambiente natural, a tragédia genética e o impacto ambiental serão inevitáveis.



Os salmões são criados em tanques rede (cercos de tela de nylon) com pouco espaço e regime de engorda intensiva. Muito parecido com o que se faz nas granjas de frangos. À ração misturam-se altas doses de antibióticos, fungicidas e vermicidas, para evitar doenças e o rendimento da produção. Só para se ter uma idéia, a indústria canadense gasta cerca de 7 toneladas de antibióticos em seus cultivostodos os anos.

Salmão é um dos melhores indicadores de qualidade da água, precisa dela extremamente limpa e gelada, condições ambientais que se não forem satisfeitas provocam um decréscimo acentuado à população. O uso de pesticidas na Agricultura e nas cidades contamina as águas e compromete a vida do salmão selvagem há algumas décadas já, alterando seus padrões de reprodução, provocando doenças e morte.

Para nós que além de uma alimentação saudável procuramos também atitudes sustentáveis e ecológicas o texto do Dr. Alexandre Feldman sobre o abate dos salmões é esclarecedor e definitivo para nossas futuras escolhas.

O Abate do Salmão é o Mais Cruel Possível
por Alexandre Feldman, Quarta, 5 de Outubro de 2011 às 13:08https://www.facebook.com/notes/alexandre-feldman/o-abate-do-salm%C3%A3o-%C3%A9-o-mais-cruel-poss%C3%ADvel/257572254285355

Em conversa ontem com fonte ligada à indústria de peixes, fui informado que salmões criados em cativeiro, recebem corantes, rações e antibióticos em quantidade impressionante. Além disso, o método de abate desses peixes não poderia ser mais cruel: simplesmente cortam-se as guelras e deixam-se os peixes morrendo lentamente com muito sofrimento. Tudo pela preservação de cor e outros “padrões de qualidade”.
Eu já não como salmão de cativeiro há muitos anos. Apenas salmão selvagem quando em viagem por países que possuem acesso a eles.
Ao contrário do que lemos e ouvimos o salmão cultivado em cativeiro, (que perfaz 100% do salmão disponível no Brasil) não é boa fonte de ômega-3, devido justamente à sua ração, distante da alimentação natural, que seria necessária para formar esse ácido graxo essencial.
De tão doente e deficiente em nutrientes, a carne do salmão cultivado não é rosada, mas cinza. Apenas quando o distribuidor vai comprar o salmão é que a tonalidade de rosa a lhe ser conferida será escolhida numa tabela de cores.

E para terminar mais uma informação surpreendente: o salmão selvagem traz em sua embalagem os dizeres “Made in China”, mas na verdade ele não vem de lá, ele é pescado em algum mar gelado do Atlântico, depois comprado por uma empresa chinesa que corta, limpa, retira a cabeça, congela e distribui para o mundo todo. Ou seja, compram matéria prima a baixo custo e pagam pouco pela mão de obra. Você vai querer continuar alimentando esse processo?

Peixe faz muito bem à saúde, sem dúvida. Procure então aqueles que são mais comuns à sua região e que foram pescados e não cultivados como o linguado, a pescada, a sardinha (boa fonte de ômega 3), arenque, robalo. Seu peixeiro pode lhe dar mais opções.

E falando em peixe que tal um ensopadinho com arroz branco e um pirãozinho?
Ingredientes:
500gr do peixe de sua preferência
3 cebolas médias
3 tomates médios
Salsinha a gosto
Pimenta a gosto
Sal marinho a gosto

Modo de preparar:
Tempere o peixe com limão, sal marinho e pimenta, se gostar.
Pegue uma panela grande coloque azeite no fundo e forre com rodelas de cebolas.
Depois coloque os tomates também em rodelas.
Em seguida arrume os filés de peixe, tempere com um pouco mais de azeite, pimenta e sal marinho. Tampe a panela e deixe cozinhar em fogo baixinho. Após uns 10 minutos vire com cuidado os filés para que eles cozinhem por igual. Depois de cozidos coloque os filés num prato bem bonito para servir.
Pegue o molho que ficou dos tomates, cebolas, etc, coe em uma peneira, amassando bem para retirar todo o líquido.
Leve novamente ao fogo e vá misturando farinha de mandioca aos pouquinhos para o pirão, corrija o sal. Bom apetite.


.......................... Saiba mais sobre os  aditivos químicos dos alimentos.

Imagens: Stock.xchng

Fontes pesquisadas:
A Farsa do Salmão – http://liasergia.wordpress.com/2011/03/15/a-farsa-do-salmao/
Salmão selvagem x salmão de cativeiro –http://gustavorios.wordpress.com/2009/07/01/salmao-selvagem-x-cativeiro/
http://www.oeco.com.br/frederico-brandini/17089-oeco_12130
O salmão no banco dos réus
Salmão e truta – http://www.julianaapolo.com/blog/2010/01/salmao-no-brasil-e-truta-2/
Tierramérica – http://www.tierramerica.net/2004/0119/pacentos.shtml
Universidade Federal do Rio Grande do Sul -http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/37210/000820556.pdf?sequence=1
Alexandre Feldman – https://www.facebook.com/notes/alexandre-feldman/o-abate-do-salm%C3%A3o-%C3%A9-o-mais-cruel-poss%C3%ADvel/257572254285355
Pat Feldman – http://pat.feldman.com.br/2012/09/02/voce-gosta-de-salmao-pense-duas-vezes-antes-de-consumi-lo/
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