Óleo de semente de colza, ou popularmente CANOLA


Estudos apontam para a toxidade dos componentes intrínsecos da Colza ( ácido erúcico e de glucosinolatos) que é a semente que se produz o famoso óleo CANOLA, e também do hexano (tipo de gasolina) que é utilizado como solvente no processo de extração industrial deste óleo. Mas vamos por partes...

O que é Colza?

A colza ou couve-nabiça (Brassica napus) é uma planta de cujas sementes se extrai o azeite de colza e que contém ácido erúcico e glucosinolatos que são medianamente tóxicos em doses medianas e depositivos e altamente prejudicais a longo prazo no fígado, rins e sangue.

Houve no passado (inicio dos anos 80) dúvidas sobre a verdadeira origem das intoxicações ocorridas na Europa, atribuídas em alguns círculos científicos aos herbicidas.

Na atualidade, estas dúvidas parecem haver desaparecido, e mediante as novas técnicas de análise genética tem sido possível demonstrar que existe uma predisposição genética à intoxicação com azeite de colza desnaturado.

Tudo começou quando um conjunto de variedades com níveis menores de ácido erúcico e de glucosinolatos foram produzidas no Canadá com o nome Canola, que é uma contração de uma expressão em inglês que quer dizer "azeite canadense de baixo teor ácido", mas logo este nome foi aplicado indistintamente a variedades cultivadas de colza, sem se importar com seus níveis de ácido eúrico, que é tóxico.

Estudos também mostram sua íntima relação com a destruição neuro química cerebral. O agente gás mostarda, por exemplo, é uma derivação desta semente e além dos efeitos á curto prazo quando inalado causa câncer, sobretudo leucemia, nas vítimas que sobrevivem à exposição ao gás.

A ação cancerígena está ligada à reação entre o íon sulfônio e as bases nitrogenadas do DNA, causando mutações que levam ao câncer.

Já a toxicidade dos glucosinolatos se atribui geralmente aos isotiocianatos que trazem potenciais efeitos genotóxicos em linhas celulares humanas de osteosarcoma.

Em segundo lugar temos o Hexano que carrega metais pesados entre outros componentes tóxicos, e mesmo com filtragem as partículas de matais não são retiradas do óleo, o problema é que as dosagens embora "ínfimas" são igualmente depositivas e a longo prazo a junção de todos estes elementos são altamente perigosas, no mínimo carcinogênicas...

Que tal usarmos o velho e tradicional azeite de oliva e melhor ainda o azeite de oliva enriquecido com folhas de oliveira?

Este azeite em especial é riquíssimo em oleuropeina, um poderoso antioxidante e o que garante a longevidade e saúde das pessoas no mediterrâneo!

www.folhasdeoliva.com.br

Cosminho Pacetta

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