sábado, 21 de setembro de 2013

Como evitar transgênicos ao comer fora de casa

De: Epoch Times

Conselhos sobre como evitar os transgênicos mesmo estando fora de casa (Cortesia de Jupiterimages/photos.com)
Conselhos sobre como evitar os transgênicos mesmo estando fora de casa (Cortesia de Jupiterimages/photos.com)
Estou completamente decidida a evitar, na medida do possível, consumir organismos geneticamente modificados (OGM), ou transgênicos. Eu sei que é difícil, porque os cultivos que não fazem o plantio de alimentos modificados geneticamente, estão sendo cada vez mais contaminados pelos cultivos de OGM, como é, por exemplo, o caso do trigo, segundo Market Watch.
Pessoalmente, me parece um compromisso digno. Os OGM são potencialmente prejudiciais à nossa saúde, assim como à integridade do nosso meio ambiente. Evitar o consumo de OGM proporciona benefícios para a saúde e um impacto positivo na distribuição de alimentos e práticas agrícolas.
Os OGM estão incrivelmente generalizados neste momento. Estima-se que 80% dos alimentos consumidos pelos cidadãos norte-americanos são modificados geneticamente, de acordo com ucbiotech.org. Além desta estatística alarmante, devemos levar em conta que, paralelamente a este consumo, vem a falta de consciência. Atualmente, não há leis nos EUA que exijam a rotulação dos alimentos modificados geneticamente, mesmo os OGM sendo proibidos em mais de 60 países, de acordo com o Projeto Não-OGM.
Como pode um cidadão americano estar interessado em navegar neste campo minado? Pessoalmente, poucas vezes me alimento fora de casa. Porém esse enfoque é similar à abstinência. A maioria dos trabalhadores americanos necessita comprar, em algum momento de cada semana, alimentos já preparados.
Pode parecer desanimador, mas com um pouco de informação e perseverança, é possível forjar uma área quase livre de transgênicos por sua própria conta. Abaixo estão algumas diretrizes para situações em que é necessário alimentar-se fora de casa:
Investigar
Coloque em ação os meios de busca, e encontre quais restaurantes de sua região servem alimentos orgânicos. Isto certamente é mais fácil em algumas cidades do que em outras. Se você mora em Nova York, Berkeley, ou Los Angeles, está com sorte. Em outros locais terá um trabalho preliminar. A certificação de alimento orgânico não permite o uso de OGM. Procure falar diretamente com o proprietário ou gerente para ter uma idéia do seu nível de compromisso.
Etnias
Procure pensar em alimentos étnicos que não incluem cultivos transgênicos conhecidos (beterraba, milho, soja, canola, abóbora e mamão papaia). Isto é lamentável, para mim, pois os alimentos vietnamitas e tailandeses são meus favoritos. Porém, a maioria dos restaurantes asiáticos utilizam uma grande quantidade de soja, e se não é orgânica, pode apostar que é soja GM, ainda mais se for cultivada nos EUA. A comida hindu é uma opção, já que, a princípio, é cozida com manteiga. Porém, novamente, precisamos conhecer seus ingredientes.
Fale com os proprietários
Mais uma vez, fale com o proprietário de qualquer restaurante que esteja interessado em obter uma imagem mais. Muitos estão dispostos a fazer concessões para manter seus clientes satisfeitos.
Tenha cuidado com ingredientes ocultos
Pode ser fácil evitar alguns alimentos que se sabe que são transgênicos, porém é importante saber que tipo de óleo de cozinha utiliza o estabelecimento. A maioria usa óleo de canola. Você pode perguntar no restaurante se é possível que utilizem outro óleo para cozinhar seus alimentos, como o azeite de oliva ou mesmo manteiga. Também recomendaria evitar a manteiga que não for orgânica, já que o gado é alimentado convencionalmente com nutrientes GM, mas este é outro assunto. Você também deverá ter cuidado com ingredientes como o amido de milho, rico em frutose, lecitina de soja e proteína de soja, que podem estar à incluídos em molhos e temperos.
Pense de maneira simples
Ingredientes simples ajudam na alimentar sem o risco de transgênicos, sendo uma tarefa simples. Por exemplo, uma boa refeição italiana poderia incluir trigo, azeite de oliva, peixe, e molho de tomate. Uma refeição simples com peixe e verduras é outra opção saudável.
Evitar os OGM não é uma grande façanha, mas é algo realmente importante. O questionamento para os restaurantes sobre suas práticas e ingredientes pode parecer uma obrigação, e muitas vezes é realizado com impaciência e irritação. Porém, a criação desse diálogo com os proprietários é um passo importante para modificar o uso dos OGM.
Tenha em conta que, se perguntarmos aos responsáveis sobre a utilização de OGM, eles poderão tomar consciência de que é algo que preocupa os seus consumidores e que as mudanças podem ser bem-vindas.
Abril Reigart é assessora de saúde integral, certificada e graduada pelo Instituto de Nutrição Integral. Ministra classes particulares e em grupos, e oferece conferências mensais na Web para um grupo capacitado.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Nestlé financia desmatamento. Vai um kitkat aí?


Na Indonésia, óleo de palma comprado pela companhia para a produção de chocolate vem de áreas devastadas. Pressão sobre habitat põe orangotangos à beira da extinção.

Londres, Reino Unido - Ativistas vestidos de orangotango protestam em frente a fábrica da Nestlé no Reino Unido. A empresa usa óleo de palma em seus produzido às custas da destruição das florestas tropicais da Indonésia.
Esta manhã, protestos pipocaram por toda a Europa contra a destruição das florestas que servem de habitat para orangotangos na Indonésia. O motor dessa devastação, que colocou os primatas à beira da extinção, é a conversão do uso do solo de mata virgem para o plantio de palmáceas.
A Nestlé, que sustenta essa atividade comprando óleo de palma da Indonésia para produzir chocolates como o Kit kat, foi o alvo das manifestações no continente europeu, parte de uma campanha global que o Greenpeace lança hoje contra a companhia. A Nestlé por enquanto continua jogando de ponta de lança no time das empresas que estimulam a destruição das florestas tropicias.

Além de financiar a derrubada em massa de mata na Indonésia e empurrar os orangotangos para o abismo da extinção, a Nestlé está contribuindo para agravar o aquecimento global. Florestas ajudam a regular o clima e acabar com o desmatamento, uma das maneiras mais rápidas de reduzir as emissões de Co2 na atmosfera.

Foi por isso que escritórios da Nestlé na Inglaterra, Holanda e Alemanha acabaram sendo palco de protestos por ativistas do Greenpeace, pedindo  para que a empresa deixe de utilizar óleo de palma proveniente da destruição de área antes ocupada por florestas na Indonésia.

As manifestações coincidiram com o lançamento de um novo relatório do Greenpeace – 'Pega com a mão na cumbuca: como o emprego de óleo de palma pela Nestlé tem um impacto devastador na floresta tropical, no clima e nos orangotangos' (em inglês) – que expõe os laços entre a Nestlé e fornecedores de óleo de palma, como a Sinar Mas, que estão ampliando suas plantações em florestas de turfa (ricas em carbono) e nas florestas tropicias da Indonésia.

Além da produção de óleo de palma, a Sinar Mas também é proprietária da Ásia celulose, a maior empresa de papel da Indonésia. A empresa também infringe a lei da Indonésia ao destruir as florestas protegidas para cultivar plantações de óleo de palma.

Como todos devem saber, a Nestlé é a maior empresa de alimentos e bebidas do mundo. O que ninguém sabia até então era que a empresa também é um grande consumidor de óleo de palma produzido às custas do desmatamento das florestas tropicais. Nos últimos três anos, a utilização anual do óleo quase duplicou, alcançando a marca de 320000 toneladas  que entram em uma enorme gama de produtos, incluindo o chocolate mega popular KitKat, que não é vendido no Brasil.

"Toda vez que você der uma mordida em um KitKat, você pode estar dando uma mordida nas florestas tropicais da Indonésia, que são fundamentais para a sobrevivência dos orangotangos. A Nestlé precisa dar aos orangotangos uma pausa  e parar de utilizar óleo de palma de fornecedores que estão destruindo as florestas",  disse Daniela Montalto, do Greenpeace internacional.
A fornecedora da Nestlé, Sinar Mas, é responsável por considerável destruição da floresta que serve de habitat para orangotangos

O lançamento do relatório segue numerosas tentativas de convencer a Nestlé a cancelar seus contratos com a Sinar Mas. Recentemente, o Greenpeace contactou várias vezes a empresa com provas sobre as práticas da Sinar Mas,  mas mesmo assim a Nestlé continua usando o óleo de palma da Indonésia em seus produtos.

Diversas empresas importantes, incluindo a Unilever e Kraft, cancelaram os contratos de óleo de palma com a Sinar Mas. A Unilever cancelou um contrato de 30 milhões de dólares no ano passado. A Kraft cancelou o seu em fevereiro. "Outras grandes empresas estão agindo, mas a Nestlé continua fechando os olhos para os piores infratores. É tempo de a Nestlé cancelar seus contratos com a Sinar Mas e parar de contribuir com a destruição das floresta tropical e de turfas," frisou Montalto.

As florestas tropicais da Indonésia e seus orangotangos estão precisando desesperadamente de um refresco! Participe da cyberação e peça para a Nestlé dar um tempo as florestas! Clique aqui!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Simone de Carvalho uma mulher que faz a diferença!

Simone de Carvalho, nossa sempre colaboradora quando o assunto é amamentação e aleitamento materno.
Uma pessoa especial com um coração enorme, que o digam seus seguidores nos grupos que ela coordena ou participa. Veja   AMS (aleitamento materno solidário) são 6 mil membros na comunidade.

Uma grande amiga acima de tudo! E não é que ela está concorrendo como uma das mulheres que está transformando o Brasil?
Vamos votar nela? Bora lá?
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