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Vitória da infância contra o McDonald's

Resposta dada pelo Doutor Moises Chencinski a uma mãe que perguntou se podia dar papinhas industrializadas esporadicamente:


Por Infância Livre de Consumismo
Resposta dada pelo Doutor Moises Chencinski a uma mãe que perguntou se podia dar 
papinhas industrializadas esporadicamente:


"Sem querer polemizar, mas temos que tomar cuidado em nossas colocações e afirmações. E mais uma vez, não é desabafo (rsrsr). É para pensarmos um pouco mais nessa época do ano em que nos tornamos mais reflexivos. E sempre lembrando: sou pediatra e meu foco será sempre, o bem estar das crianças e de suas mães.

Um político que certa vez roubou R$ 30.000,00 é menos ladrão do que um que roubou R$ 1.000.000,00? O que não é recomendável, não é recomendável. Se quiser usar, é um risco a se assumir. Quem tem alergia a um determinado tipo de alimento, não pode usar esse tipo de alimento independente da quantidade. Alergia é alergia.

A nossa orientação médica é absolutamente técnica e pretende alcançar a todos, de uma forma generalizada. Cada pessoa faz o uso que quiser dessa como de qualquer tipo de informação. Vou colocar aqui, nesse tipo de discussão que se repete com frequência, o que já coloquei em outras do mesmo tipo (na de sucos abaixo de um ano de idade, por exemplo).

Nem todo mundo que fuma tem câncer de pulmão.
Nem todo mundo que bebe tem problemas de saúde e nem sempre atropela e mata outras pessoas.
Nem todo mundo que tem relação sem preservativos engravida ou tem AIDS.
Nem todo mundo que toma fórmula infantil na mamadeira abaixo de um ano de idade adoece.

Nem por isso vamos aceitar exceções na nossa orientação médica, não é mesmo? A recomendação adequada continua sendo evitar cigarro, evitar bebida alcoólica (e nem deve dirigir depois de beber), evitar ter relações sem preservativos, oferecer leite materno exclusivo até o 6º mês estendido até 2 anos de idade ou mais e evitar a mamadeira. Essa é nossa recomendação.

Assim como a orientação adequada, ética e de acordo com todos os embasamentos científicos até agora é não usar nada que seja artificial, que não siga as recomendações básicas de saúde (em relação a sal, conservantes artificiais, gordura, consistência de comida, entre outros).

Podemos chamar de radicalismo?
Enquanto eu fui coordenador da residência médica do Hospital do Servidor Público Municipal (durante 10 anos), internei na UTI 3 crianças abaixo de 3 anos de idade em coma alcoólico, na época de Natal. Duas delas tinham tomado um golinho de cerveja (afinal, um golinho não vai fazer mal, não é mesmo?) e uma delas tinha molhado o dedinho, algumas vezes, em copos da festa dos "homens da casa" (mas só um dedinho pode causar tanto mal?).

Como disse, cada um faz o uso que quiser da informação e deve assumir a responsabilidade pela sua atitude. Ainda acredito firmemente na ética, na ciência, nas atualizações, no estudo e na obrigação do médico (todos eles) de prestar o melhor atendimento a todos os seus pacientes (isso é tema central do código de ética médica que todo médico deveria reler, pelo menos uma vez ao ano) e de oferecer a informação mais adequada possível e que estiver ao seu alcance a quem busca a informação.

Quando eu não puder mais agir assim, ou não souber, ou não conseguir ou perceber que deixei de ser ético, que não consigo mais deitar minha cabeça no travesseiro e dormir tranquilo (como fiz diariamente, pelo menos até ontem à noite), sinceramente, eu acho que é hora de repensar e parar. Enquanto isso não acontece...

Feliz Natal (que já foi) e um Feliz Ano Todo em 2014 a todas.

P.S.: Para quem quiser conhecer o Código de Ética Médica em vigor:
Código de Éticawww.portalmedico.org.br
RESOLUÇÃO CFM Nº1931/2009 (Publicada no D.O.U. de 24 de setembro de 2009, Seção I, p. 90) (Retificação publicada no D.O.U. de 13 de outubro de 2009, Seção I, p.173)

Hoje faz 19 anos que falo sobre Alimentação Consciente e para comemorar fui ao Mac Donald's.

Hoje dia 18/12 faz 19 anos exatamente que passei de Publicitária à Consultora de Alimentação Consciente. Meus 10 anos de agências me fizeram entrar em contato com várias empresas fabricantes de agrotóxicos e um simples tomate orgânico mudou totalmente a minha vida, a minha profissão, a minha missão de vida.

Eu explico, eu era uma pessoa "normal" gostava de refrigerante, fast food, achava que quanto mais longe da cozinha,melhor para mim. Tinha enterrado as deliciosas tardes na cozinha com minha avó Justina, aquelas avós que adoram cozinhar com os netos, sabe como é? Até que um dia minha mãe me trouxe um tomatinho orgânico, feinho ainda, estava no comecinho da produção. Ao experimentar, retornei como por encanto ao quintal de minha avó e sua horta. Entendi que fazia muito tempo que não sabia mais o verdadeiro sabor do tomate. E assim foi com a cenoura, a batata, etc. etc.

Fui visitar uma fazenda de agricultores orgânicos e percebi o carinho, o respeito que eles tinham pela terra, pelas pessoas e resolvi que queria participar disso o resto da minha vida. Foi assim que comecei meus estudos, meus trabalhos de pesquisa e de criação de cursos. Vieram os livros, os eventos, as entrevistas e hoje estive na McDonald’s University em Alphaville para apresentar minha palestra Alimento Certo! Saúde na Certa!

  

Foram duas turmas de funcionários e diretores na Semana de Segurança no Trabalho e foi muito interessante falar sobre a energia do alimento e sua importância para a perfeita saúde física, mental e emocional das pessoas, dentro do templo do Fast Food.

O buffet de Coffee Break presenteou a todos com alimentos orgânicos, café, leite fresco, iogurte, granola, sucos naturais, frutas, pães integrais. As pessoas saboreavam tudo com muita atenção e se espantaram com os sucos que não tinham açúcar, mas eram doces. Sentiram o verdadeiro gosto das frutas.





Espero ter colocado a sementinha da Consciência na Alimentação nessas pessoas e que elas tenham sido tocadas como eu fui um dia. Amo muito tudo isso, corações agradecidos aos Agricultores e ao Solo que nos permitem Nutrir a Vida, com Vida.

Shakes industrializados secam músculos e não gorduras

Consumo da bebida deve ser moderado e não pode substituir refeições.
POR MINHA VIDA - ATUALIZADO EM 27/09/2013

Seguir um cardápio balanceado e manter a dieta não é tarefa fácil. Você precisa de tempo e disposição para preparar refeições leves, nutritivas e equilibradas, muitas vezes, isso não é possível em meio à correria do dia a dia. Às vezes mal sobra tempo de mastigar, certo?

É aí que a solução mais fácil aparece: para não ficar sem comer nada ou consumir alimentos calóricos, você substitui sua refeição por um copão de shake e acredita que conseguiu economizar calorias e suprir todas as necessidades nutricionais de que seu corpo precisa para manter-se saudável.

O problema é que a bebida prática e saborosa nem sempre possui a quantidade necessária de vitaminas e sais minerais presentes em uma refeição e trocar o almoço ou o jantar por ela pode deixar sua imunidade em baixa e causar doenças graves, como anemia e disfunções renais.

"O shake é feito à base de leite e por isso carrega nutrientes importantes para o nosso organismo, porém, não apresenta todas as outras vitaminas e sais minerais que devem compor uma refeição balanceada, o que torna a substituição perigosa. O ideal é consumi-lo como complemento e não como refeição", explica a nutricionista da Unifesp Eliana Cristina de Almeida. 


Shake Raio X da bebida
Um teste divulgado em fevereiro deste ano, realizado pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - Proteste, contestou os benefícios do shakes para a saúde e para a dieta, quando seu uso é contínuo. Além de não possuir a quantidade ideal de nutrientes, a bebida apresenta desequilíbrio nas taxas de vitaminas e sais minerais que possui.

Entre os cinco produtos testados pela Proteste, nenhum apresentava equilíbrio nutricional suficiente. Os shakes testados foram Bio Slim, Diet Shake, Diet Way, Herbalife e In Natura.

Segundo a Proteste, três das cinco marcas analisadas (Diet Shake, Bio Slim e Diet Way), fornecem em seus produtos taxas excessivas de carboidratos e proteínas e gordura a menos do que deveriam, o que pode acarretar na perda de músculos(massa magra) e água em vez de gordura corporal, como prometem as embalagens e as tabelas nutricionais presentes nos rótulos destes produtos.

Sobre estes resultados, as nutricionistas da Nutrilatina, fabricante do Diet Shake, Daniela Tolari, da Herbalife, Lívia Venâncio e a assessoria de imprensa da Bio Slim, afirmam que estão dentro dos padrões estipulados pela Anvisa e pela OMS e que se de fato seus produtos oferecessem riscos à saúde, como sugere a Proteste, certamente não seriam liberados por estes órgãos e que é preciso saber quais critérios foram usados pela Proteste para se chegar a estes resultados, já que, segundo eles, os métodos da pesquisa não foram divulgados. As fabricantes do shake Diet Way e do In Natura não se pronunciaram.

Bomba de proteína
Segundo a Proteste, o consumo excessivo de proteína promovido pelos shakes, não deveria ultrapassar 10 a 15% do valor energético do produto, porém, em média, todas as marcas apresentam 32% de proteína.

A nutricionista da Unifesp, Eliana Cristina de Almeida explica que estes substitutos alimentares usados para emagrecer apresentam alto teor de proteínas exatamente para acelerar a perda de peso, porém, este excesso compromete o metabolismo sobrecarregando algumas funções importantes, como a renal e a hepática: "O excesso de proteínas compromete a ação dos rins e do fígado prejudicando a excreção de substâncias tóxicas e a oxigenação do sangue para manter o metablismo em dia", explica.

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Beba shake de forma saudável

Gordura zero
Quanto a quantidade de gordura, a pesquisa da Proteste mostra que os níveis aparecem muito abaixo do normal em todas as marcas, comprometendo a absorção de vitaminas e a síntese de hormônios: "As vitaminas A, B, E e K só são completamente metabolizadas em conjunto com a ação das gorduras no organismo. Quando não ingerimos gordura suficiente para metabolizá-las, corremos o risco de desenvolver anemia e, em pessoas mais velhas, desnutrição", afirma a nutricionista da Unifesp.

Cadê as fibras?
Já com relação às fibras, para substituir uma grande refeição, os shakes deveriam ter cerca de 10 gramas por porção, segundo a Proteste, porém nenhum deles chega perto deste valor. "As fibras funcionam como uma vassoura que vai limpando todas as impurezas de nosso corpo, se deixamos de consumi-la por muito tempo, deixamos nosso organismo vulnerável a infecções", explica Eliana.

                 Shake

Carboidrato, sim!
Uma dieta saudável também precisa de carboidratos, cerca de 50 a 60%, de acordo com a Proteste, mas três dos shakes analisados, Diet Shake, Bio Slim e Herbalife, fornecem mais do que isso. "Ao contrário do que propõem, os shakes, ao fornecerem alto teor de carboidratos, provocam o acúmulo de gordura já que o nosso metabolismo não consegue processá-los de uma vez só, dificultando o emagrecimento", diz a nutricionista.

Valor calórico que não equivale a uma refeição
Além dos nutrientes necessários para alimentar uma pessoa, uma refeição saudável e equilibrada precisa ter teor calórico compatível com o metabolismo dela para suprir seu gasto calórico diário.

Segundo a Proteste, alguns shakes possuem valor energético baixo - de 190 kcal (Herbalife) a 230 kcal (Diet Shake) - já misturados com leite. Para a nutricionista da Unifesp, o baixo teor calórico faz com que a pessoa perca, a curto prazo, a disposição e o pique já que não tem energia suficiente para gastar, podendo sofrer enjoos e cansaço anormais. 
 
Os shakes proporcionam perda de massa muscular e não de gordura.

Emagrecimento que não funciona
A nutricionista explica que este tipo de suplemento não promove a perda de gordura, e sim de músculos e água, comprometendo a saúde de quem os consome: "sem energia os músculos vão se desgastando e perdemos massa muscular e não gordura. O problema disso é que sem os músculos ficamos sem força para executar nossas atividades em especial, as esportivas", diz.

Exercícios x shakes
Uma pessoa que substitui suas refeições por shakes e mantém seu ritmo de treino gasta suas reservas de glicose do organismo, perde massa muscular e corre o perigo de ficar desnutrida ou ter uma crise glicêmica. "Se você gasta mais energia do que consome e não tem os nutrientes adequados, fica fraco e sem combustível, daí a baixa na taxa de glicose e os enjoos típicos de quadros de sobrecarga metabólica", afirma a especialista da Unifesp. Receitas

Versões leves e caseiras fazem a diferença
Segundo a nutricionista, as versões caseiras dos shakes são mais saudáveis, porém, mesmo assim eles não devem substituir refeições, mas atuar como complemento.

"Eles são mais saudáveis porque não têm os produtos químicos próprios da industrialização, mas nem por isso são completos o suficiente para substituir o almoço ou jantar. A escolha entre o industrializado e o caseiro vai depender da disponibilidade da pessoa de preparar algo, mas não se deve perder de foco o benefício apenas complementar destas bebidas", explica Eliana Cristina de Almeida.

Publicidade saudável, porque não?








Queijo, pão e embutidos saudáveis... isso é possível?

Quem assistiu o Globo Repórter de 06 de dezembro viu as delícias dos queijos da Queijaria que fica alí na Vila Madalena numa esquina lindinha da Rua Aspicuelta, 35.

Estive lá semana passada e fiquei encantada com o lugar, a simpatia do Fernando que nos atendeu com muita delicadeza. Mas o que chamou muito nossa atenção foi a qualidade a diversidade dos produtos, são mais de 50 tipos de queijo (à base de leite de vaca e de cabra), feitos artesanalmente em Minas Gerais, interior de São Paulo, Pernambuco, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

O lugar é uma graça, com sua casa decorada pelo verde, um banquinho simpático para você curtir  e descansar. Não precisa nem do endereço porque você é guiado pelo aroma dos queijos e frios defumados.



Frios defumados? Sim vindos direto de Itapetininga! Com defumação natural, escolha rigorosa dos porcos, típico de quem nunca se conformou com a chegada dos produtos industrializados, enfrentou a campanha contra a banha e sua contribuição para o colesterol. Muito carinho e consciência na fabricação dos embutidos desde 1933.






Azeite extravirgem brasileiro.Produzido a 1.600 m de altitude, na Serra da Mantiqueira, município de São Bento do Sapucaí (SP), divisa com Minas Gerais (Azeite Coimbra da Mantiqueira - variedade Arbequina com apenas 0,12% de acidez / variedade Grappolo com apenas 0,15% de acidez).Foto: E para acompanhar, azeite extravirgem brasileiro.

Degustação todos os dias das 10h às 19h na "A Queijaria".

Produzido a 1.600 m de altitude, na Serra da Mantiqueira, município de São Bento do Sapucaí (SP), divisa com Minas Gerais (Azeite Coimbra da Mantiqueira - variedade Arbequina com apenas 0,12% de acidez / variedade Grappolo com apenas 0,15% de acidez).

Mel de Mandaçaia - edição limitada para acompanhar os queijos! Pães artesanais e muito mais.

Fernando Oliveira, da Alimento Sustentável e sócio da nova A Queijaria, viaja o país atrás de pessoas que fabriquem bons queijos, com alma.
Mais fotos para deixar você com água na boca.







A Queijaria
Rua Aspicuelta, 35 - Vila Madalena 05433-010 São Paulo

Telefone 011 3812-6449
E-mail fernando@alimentosustentavel.com.br
Website http://www.alimentosustentavel.com.br
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