quarta-feira, 28 de maio de 2014

Conheça as diferenças dos frangos criados no País

Industrializado
Tem o peito mais desenvolvido. Pouco gorduroso, de carne macia, bem branca e de sabor suave.
Como é criado? Confinado, em áreas com 15 aves por m²
De que se alimenta? Ração de milho e soja; recebe antibióticos para prevenção e tratamento de doenças.
Quando é abatido? Com 45 dias e até 3 kg

Orgânico
De carne branca, como a do frango de granja, mas com sabor mais acentuado; também é um pouco menor, em tamanho e peso
Como é criado? Confinado, mas com acesso a piquetes (área de pastejo), com 10 aves por m²
De que se alimenta? Apenas milho e soja de origem orgânica; pode receber antibióticos para tratamento
Quando é abatido? Com 70 dias e 2,5 kg
Criação 50% mais cara do que a do industrializado

Caipira
Como anda livremente, desenvolve mais fibras musculares, que deixam a carne avermelhada e firme. A alimentação livre resulta em sabor mais acentuado
Como é criado? Livre, com 2 aves por m²
De que se alimenta? Ração, mas também pode comer capim e pedriscos; só recebe antibióticos para tratamento
Quando é abatido? Com 70 dias e 2,5 kg
Criação 25% mais cara do que a do industrializado

Sem antibióticos
Semelhante ao frango de granja, apesar de um pouco menor e de crescimento mais lento; carne tenra, de sabor suave e cor clara
Como é criado? Confinado, sem acesso a piquetes, com 12 aves por m²
De que se alimenta? Só ração; não recebe antibióticos (em caso de doença, é tratado com fitoterápicos e probióticos)
Quando é abatido? Com 45 dias e 2,5 kg
Criação 7% mais cara do que a do industrializado

O número de aves por m² e a idade e o tamanho de abate podem variar; fontes: Antônio Gilberto Bertechini (zootecnista), Ariel Mendes (Associação Brasileira de Proteína Animal), Gerson Scheuermann (Embrapa Suínos e Aves) e Luiz Demattê (diretor industrial da Korin)

Fonte: Folha Uol

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Alimentos orgânicos em destaque

Semana incentiva o consumo de alimentos saudáveis


(Foto: Arquivo Portal Infonet)

Disponibilizar para a população sergipana produtos saudáveis e sem agrotóxico, essa é a proposta da Semana do Alimento Orgânico, que será realizada em Sergipe no período de 26 a 29 de maio. A ação acontecerá na Capital e em municípios do interior do Estado, sob a coordenação da Comissão de Produção Orgânica do Estado de Sergipe-CPOrg/SE.

Segundo André Barretto Pereira, coordenador Estadual da CPOrg-SE, as atividades serão realizadas em Aracaju, Lagarto, São Cristóvão, Estância e Itabaiana. “Todos os dias haverá uma ação em prol do consumo de orgânicos.

Haverá distribuição de cartilhas, panfletos informativos e brindes, aproveitando o momento para conversar com o consumidor e esclarecer os benefícios do alimento orgânico. Queremos estimular a curiosidade das pessoas no momento de adquirir alimentos e sensibilizar sobre a importância de se adquirir produtos mais saudáveis e que respeitam o meio ambiente”, diz André Barreto.

Além da venda de produtos orgânicos nas feiras, muitos deles oriundos de empreendedores rurais da agricultura familiar que participam do programa PAIS – Produção Agroecológica Integrada e sustentável, haverá exibição de filme sensibilizando sobre a importância do assunto.

A ação é uma iniciativa da Comissão de Produção Orgânica de Sergipe (CPOrg-SE). Apoiam o evento o SEBRAE, UFS, IFS, Secretaria de Estado da Inclusão e do Desenvolvimento Social (SEIDES), Companhia de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Irrigação de Sergipe (COHIDRO), Associação de Engenheiros-Agrônomos de Sergipe (AEASE), Superintendência Federal de Agricultura em Sergipe (SFA-SE), Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (EMDAGRO), Federação dos Trabalhadores da Agricultura de Sergipe (FETASE), Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju, SE) e Instituto GEMA.

Programação
Dia 26: Conscientização sobre produtos orgânicos / Barraca de venda de orgânicos e feira livre / Lagarto, das 7h às 12h.
Dia 27: Feira Agoecológica / Centro de Vivência da UFS / São Cristóvão, das 14h ás 17h. Exibição do filme “O Veneno está na Mesa 2” / Auditório da Pós- Graduação da UFS / São Cristóvão, das 16h ás 17h30.
Dia 28: Feira Agroecológica na 13 de Julho / Calçãdão da 13 de Julho / Aracaju, 7h ás 12h. Feira Agroecológica do município de Estância / Praça Barão do Rio Branco, das 14h às 18h.
Dia 29: Feira Agroecológica da Codise / Estacionamento da Codise / Aracaju, das 7h às 12h.
Dia 30: Feira Orgânica do município de Itabaiana / Calçadão Airton Teles, das 7h ás 12h.

Fonte: Ascom Sebrae

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Nesta sexta temos um encontro marcado com o pessoal do Fechando Ziper

Isso mesmo! Estaremos ao vivo e a cores aí na sua telinha ;)

Esse ano o FZ irá participar do Food Revolution Day (16/05), criado pelo Chef Jamie Oliver como um dia de ação global que pretende inspirar, educar e motivar as pessoas em todo o mundo a defender o seu direito a uma alimentação autêntica e saudável. Aqui no Brasil, o Grupo CoCriação está organizando uma série de atividades.



A Carolina e a Samantha, as nutris do FZ, farão um hangout ao vivo para falar sobre como desvendar rótulos e fazer escolhas mais saudáveis no supermercado.

Legal, né? Então lá vai o serviço completo...

HANGOUT: Como desvendar rótulos e fazer escolhas mais saudáveis?
QUANDO: 16/05 (sexta) às 20h30.
DURAÇÃO: 30-45 min

Para participar, é só acessar o link abaixo no horário indicado. O acesso é gratuito e não precisa se cadastrar para nada... ;)

Link para assistir ao hangout

Abraço e até sexta!

-- Gustavo

PS: Olha, a única vez que a Carolina e a Samantha fizeram um hangout ao vivo assim foi no ano passado para os alunos do primeiro curso online sobre desvendar rótulos.

Por isso, se você realmente quer aprender a desvendar rótulos e se virar sozinho no supermercado, essa é uma grande oportunidade para dar o primeiro passo - além de ver quem está por trás do FZ...

Link para assistir ao hangout

PS2: Como você deve saber, eu (Gustavo) sou da área de tecnologia mas já aprendi muuuuuito com essas duas aí, e hoje consigo me virar muito bem no supermercado.

Teste mostra presença de glifosato em leite materno nos EUA‏



Testes realizados em mães estadunidenses mostraram a presença do herbicida glifosato, comercializado pela Monsanto sob a marca Roundup, no leite materno.

Os testes foram encomendados pelas ONGs Moms Across America e Sustainable Pulse e mostraram altos níveis do veneno em 3 das 10 amostras coletadas (76 ug/l, 99 ug/l and 166 ug/l): de 760 a 1.600 vezes maiores que o limite máximo permitido para a água potável na Europa.

Foram também analisadas amostras de urina e de água potável nos EUA para detecção de glifosato. Os níveis do herbicida encontrados nas amostras de urina foram mais de 10 vezes maiores que aqueles encontrados em testes similares realizados na Europa em 2013 pela ONG Friends of the Earth. A presença do glifosato também foi detectada em 13 das 21 amostras de água potável, algumas em níveis superiores ao limite permitido na Europa.

Os testes foram realizados pelo laboratório Microbe Inotec, em St. Louis, Missouri (EUA), sem, inicialmente, a pretensão de constituir um estudo científico completo. O objetivo da iniciativa, ao contrário, foi o de inspirar e estimular a realização de estudos científicos aprofundados por agências reguladoras e cientistas independentes em todo o mundo.

Zen Honeycutt, fundadora e diretora da ONG Moms Across America, informou que “as mães que doaram amostras de leite para análise eram informadas a respeito do glifosato e dos alimentos transgênicos, e a maioria delas vinha buscando evitar o consumo de transgênicos e de glifosato durante vários meses. Isso sugere que os níveis de glifosato no leite de outras mães que não estão atentas a essa questão deve ser ainda muito maior”.

Por outro lado, segundo informou Honeycutt, os resultados também mostraram que as mulheres que vinham consumindo estritamente alimentos orgânicos e não transgênicos no período de vários meses até dois anos não continham glifosato no leite materno em níveis detectáveis.

As lavouras transgênicas tolerantes à aplicação de glifosato são largamente cultivadas nos EUA – e também no Brasil – e são responsáveis por um correspondente extensivo uso do herbicida. Não existe em nenhum país um limite estabelecido para a presença de glifosato no leite materno, uma vez que, conforme defendido pela Monsanto (primeira fabricante do veneno), os órgãos reguladores em todo o mundo elaboraram as normas baseados na suposição de que o glifosato não é bioacumulativo – o que, segundo apontam os testes recentes, parece não ser verdadeiro.

No Brasil, uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Mato Grosso já havia encontrado resíduos de seis tipos de agrotóxicos em amostras de leite materno de 62 mães do município de Lucas do Rio Verde (MT), um dos cinco maiores produtores de grãos do estado. Em todas as amostras foi encontrado ao menos um tipo de agrotóxico (em todas as mães foram encontrados resíduos de DDE, um metabólico do DDT, agrotóxico proibido no Brasil há mais de dez anos).

Com informações de:

- World’s number 1 herbicide discovered in US mothers’ breast milk - Sustainable Pulse, 06/04/2014

- Glyphosate Testing Full Report: Findings in American Mothers’ Breast Milk, Urine and Water - Moms Across America, 07/04/2014

- Glyphosate Detected in Breast Milk of American Mothers – Third World Network, 15/04/2014

Fonte: Boletim AS-PTA
10/05/2014

Rotulagem dos transgênicos ainda corre risco no Congresso

No Boletim 672 alertamos sobre o PL Heinze, que dispensa a rotulagem de alimentos que possuem ingredientes transgênicos, e dorisco de ele ser votado na Câmara dos Deputados nesta semana.

O PL não foi votado, mas é possível que ele volte à pauta de votações na próxima semana.

É importante, assim, que todos continuem enviando mensagens aos deputados utilizando a ferramentainstalada no site do Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor.

Mesmo quem já enviou pode mandar novamente, quantas vezes quiser!

sexta-feira, 9 de maio de 2014

"O rótulo é um veículo de informações de risco. 
O consumidor, antes de utilizar qualquer produto, seja medicamento, cosmético, alimento ou produto de limpeza, tem que ler o rótulo, onde devem constar informações sobre o uso correto e precauções para evitar efeitos adversos desnecessários."
Rosaura Presgrave, do Departamento de Farmacologia e Toxicologia do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fiocruz.



Quer saber mais sobre as informações nos rótulos? Clique aqui.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Farinha de mandioca com Tartrazina?????

Eu fiquei sabendo disso hoje, tartrazina para deixar a farinha de mandioca amarelinha!!!
Para quem não sabe dos efeitos da tartrazina para a saúde pode ler:
EFEITOS DO CORANTE TARTRAZINA DEVEM CONSTAR NO RÓTULO DO ALIMENTO


Produto químico muda até a cor da farinha de mandioca.
Fonte: Candelária e sua Realidade por Luiz Gonzaga Cortez.- jornalista

O veneno nosso de cada dia são os alimentos industrializados, cheios de produtos químicos. Os profissionais da área de saúde sabem disso. Os nossos venenos não são apenas os cigarros, as drogas e a bebidas alcoólicas. 

Mas as pessoas não querem saber nada dos alimentos poluídos que são ingeridos nas primeiras horas do dia, no café da manhã, tais como os leites embalados em invólucros de papelão, a vácuo, os iogurtes, as maionese, os quetichupes (adocicados ou picantes), as salsichas e os sucos industrializados. Agora virou moda, dentre outras, o consumo de “leites integrais”, com alto teor de gordura, em belas embalagens à vácuo que, segundo especialistas em laticínios, são os mais perigosos para a saúde humana, porque são facilmente contaminados por bactérias. E não há quem reclamar: esses produtos são fabricados a milhares de quilômetros, são autorizados pelo Ministério da Saúde. E tem também os leites “light” (ou laites), os atuns liguites (se escreve light), os cremes de leite esterilizados, as margarinas com 50% menos de calorias, sem sal, com sal, com ômega 3 e 6, com uma abundância enorme de elementos químicos conservantes, impermeabilizantes, corantes, adoçantes, o escambau. Se for você ler a composição química desses “alimentos” industrializados, você fica perdido, tal a quantidade de termos que a gente não sabe nada sobre eles, à exceção dos bioquímicos. Sabemos seguramente que são tóxicos.

O pior é que as crianças já estão se acostumando a ingerir essa praga de alimentos artificais. Estão vendendo uma gama enorme de comidinhas para as crianças que são verdadeiras bombas de efeitos retardados, ou bombinhas que explodirão no futuro em diversas formas, seja através de doenças cardíacas ou de cânceres de estômagos e intestinos. 

As crianças estão gostando de macarrões e batatinhas “vitaminadas” que dizem ser gostosas, algumas com saberos de carnes, peixes, etc, “com tempero suave” com os seguintes ingredientes: sêmola de trigo enriquecida com ferro e ácido fólico, gordura vegetal, fécula de mandioca, sal. Ovo, corante beta-caroteno e vitaminas PP, B6, B2 e B1. Mais: caldo de carne, sal, açúcar refinado (que tem soda cáustica), batata, cenoura, mandioquinha, tomate, alho, molho de soja, salsa, realçadores de sabor glutamato monossódico, inosinato dissódico e guanilato dissódico e antiumectante dióxido de silício. 

Há as batatinhas com sabor de X-Burguer com uma porção de produtos químico para conservar uma verdadeira parafernália de farinha de milho “fortificada” com ferro e ácido fólico, óleo vegetal, creme de leite, queijo, carne, realçador de sabor, sal, amido modificado, corantes artificiais vermelho 40, tartrazina e azul brilhante FCF. Ufa! Quer mais?

Supermercados, padarias, mercadinhos e mercearias em geral estão vendendo adoidados esses produtos, inclusive um tipo de pão de forma, mentirosamente chamados de integrais ou não, cujos ingredientes são farinha de trigo, água, açúcar, sal, fermento, gordura vegetal, conservador, propionato de cálcio, melhorador de farinha e com glútem. 

O prezado leitor sabe o que é propionato de cálcio e melhorador de farinha? Esses pães de “formas” fabricados na periferia de Natal são autorizados pelos órgãos de “saúde pública”? De onde provém a água empregada na sua produção? Com a palavra as autoridades da “vigilância sanitária”.

E agora apareceu a tartrazina, uma substância química que está sendo adicionada na farinha de mandioca que, invés de branca, a cor muda para amarelo. Com essa cor, nos supermercados estão sendo vendidos os pacotes da farofa misturada com tartrazina que, segundo a advertência contida na embalagem plástica, pode causa males à saúde. Uma das “usinas” de “beneficiamento” de farinha fica na cidade de Vera Cruz/RN. Os bares e restaurantes de Natal usam largamente a farinha, com a falsa denominação de "farofinha", misturada com tartrazina.
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Feiras Orgânicas