sexta-feira, 26 de junho de 2015

O maravilhoso mundo do leite de coco.



Imagem Google

A intolerância à lactose é um problema cada vez maior hoje em dia e os leites vegetais são as melhores alternativas a ele, não só em questão de saúde, mas até por razões ecológicas e éticas. Caríssimos nos pontos de venda, são facílimos de fazer, e entre eles se destaca o leite de coco por suas propriedades nutritivas:

  • Contém selênio, magnésio, potássio, ferro e zinco
  • Considerado o alimento mais parecido com o leite materno, contém ácido láurico, que atua na diminuição dos níveis de LDL (colesterol ruim) em favor do HDL (colesterol bom), e como um forte anti-viral e anti-bacteriano.
  • Contém vitaminas C e E, antioxidantes poderosos
  • Tem gorduras boas, regula a saciedade
  • Acalma o refluxo gastroesofágico
Como utilizar o leite de coco:
  • Na moqueca
  • Nos sucos de frutas em lugar da água.
  • Para aqueles que amam café com leite, substitui bem o leite de vaca e exige menos açúcar.
  • Substitui o creme de leite em várias receitas. Veja como fazer um creme de leite de coco.
  • Pode ser congelado e utilizado conforme a necessidade
  • Utilize também o leite de coco para substituir o creme de leite em receitas salgadas. 
  • O leite condensado de coco faz brigadeiros e recheios deliciosos.

Quer aprender a fazer o leite de coco e os outros leites vegetais? 

Leites Vegetais. Que tal aprender a fazer e conversar sobre suas propriedades?

Leites Vegetais uma alternativa saudável ao leite de vaca.



Venha passar horas agradáveis e saborosas em meu estúdio conversando sobre os problemas causados pelo leite de vaca industrializado e aprender os segredos e as delícias dos Leites Vegetais.

Vamos experimentar e aprender como adaptar ao paladar da família e de quebra receitinhas de como aproveitar as sobras do leite.

Vamos degustar:
Leite de Aveia

Leite de Coco
Leite condensado de Coco
Creme de Leite de coco
Leite de Amêndoas
Requeijão de Amêndoas
Leite de arroz
Leite de Inhame
e mais uma série de receitas feitas com leites vegetais e os resíduos que sobram dos leites.






Realização: 


Consciência na Alimentação
Nadia Cozzi - Consultora, Culinarista e Blogueira criadora dos Blogs Alimento Puro e BioCulinária. Idealizadora do Grupo CoCriação Alimentação e Sustentabilidade.

Onde: Jardim Paulista - S. Paulo - Capital, próximo Metrô Brigadeiro.


Datas:

 Informações e Inscrições - nacozzi@hotmail.com
 
Investimento: R$ 100,00 por pessoa, se trouxer alguém 20% de desconto.
 Apostila do curso inclusa.
Vagas: apenas 5 pessoas por horário.

Atenção! Pessoal de fora de São Paulo tem o Ebook mande email pra mim!!!!


..............  Maiores informações  e inscrições por e-mail: nacozzi@hotmail.com    

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Campanha do menos é mais ....


Em questão de alimentação, sempre menos é mais: menos agrotóxico, menos transgênicos, menos aditivos químicos, menos carne, menos açúcar, menos sal.


Em contrapartida, mais saúde, mais verduras, legumes e frutas, mas comida caseira, mais famílias reunidas em volta da mesa, mais atenção, mais consciência dos nossos atos.

Para participar da Campanha primeiro temos que dizer não ao Projeto de lei que retira símbolo transgênico de rótulos que já foi aprovado na Câmara de Deputados. Nós temos o direito de saber o que estamos comendo.

Ainda temos o símbolo de transgênicos nas embalagens de vários alimentos, que tal perguntar às Empresas porque elas estão usando matéria prima transgênica nos seus produtos, já que não existem pesquisas suficientes para saber se são seguros ou não? 

Que tal não comprar mais nada de milho ou soja se não forem orgânicos, já que mais de 80% dessas plantações no Brasil são transgênicas. Podemos viver sem milho e soja, claro que sim. Fim da rotulagem dos alimentos transgênicos: diga não!

Que tal comprar frutas, verduras e legumes em feiras orgânicas direto dos produtores? Estaremos ajudando os agricultores familiares e garantindo saúde para todos em nossa casa, diminuindo as consequências dos agrotóxicos para o meio ambiente. 

Quantas vezes você não pensou em poder participar de um projeto que ajudasse as pessoas e fizesse diferença no Mundo? Pois então, coma orgânicos, pelo menos 3 vezes ao dia você está patrocinando um Projeto de Responsabilidade Social, diminuindo o êxodo rural, dando oportunidades de trabalho no campo e preservando a biodiversidade. Isso tudo só... comendo. Não é incrível? Saiba onde tem uma feira orgânica pertinho de você.

Nos supermercados leia os ingredientes do industrializados, não o que eles têm de gordura, sódio, açúcar, mas do que são feitos. Veja a receita que nos industrializados são chamados de ingredientes. O que aparece nos primeiros lugares estão em maior quantidade e aquelas coisas com nomes esquisitos são os aditivos químicos, responsáveis por doenças que vão desde uma simples alergia até um câncer que pode ceifar vidas. Esse assunto é muito sério para você dizer que não lê os ingredientes porque não enxerga direito e usar óculos dá muito trabalho.

Produtos industrializados não são alimentos, foram criados para imitar os alimentos e para não estragar e gerar muitos lucros para as Empresas, e a saúde do consumidor não é fator de muita importância para elas. Por isso dá-lhe conservantes, aromatizantes, acidulantes, umectantes, acompanhados de muita gordura vegetal hidrogenada e glutamato monossódico. Uma boa campanha publicitária com pessoas lindas, magras e ricas, e “voilá” está prontinho o coquetel que vai viciar seu paladar e acabar com suas papilas gustativas. E você ainda paga por isso. Parabéns!

Aliás campanhas publicitárias tem o dom de mostrar a felicidade e o amor entre mães e filhos, marido e mulher, sempre com o alimento como coadjuvante. E porque nas casas de verdade isso não acontece? Não com fornos de micro-ondas e alimentos prontos, mas com a comida de verdade, comprada com critério de qualidade e não econômico, feita com temperos frescos e servida com carinho. Para comer comida de verdade precisamos resgatar os conhecimentos da culinária, reaprender a alquimia que envolve essa arte. E isso deveria ser matéria obrigatória nas escolas, ou você acha normal crianças da era do pacotinho que não conhecem os alimentos?

Precisamos sair da nossa zona de conforto, exigir qualidade no que realmente é importante, porque nossa vida, nossos filhos, nosso Planeta está em jogo. Até quando vamos empurrar literalmente com a barriga os problemas que a má alimentação vem causando?

Deixo aqui algumas colocações que a nutricionista Denise Carreiro brilhantemente apresentou na Coletiva de Imprensa da BioBrazil Fair 2015 que aconteceu agora em junho em São Paulo. Vale a pena pensar nisso!

“A única coisa que forma uma célula é nutriente e a única coisa que nos forma são células. É tudo o que vemos, mas principalmente o que a gente não vê: hormônios, enzimas, neurotransmissores. Nossa renovação celular é feita a partir do que a gente absorve, da matéria-prima que se coloca dentro do organismo.

“O pico do desenvolvimento do cérebro humano ocorre entre o terceiro trimestre de gravidez aos 18 meses da criança. Até os 5 anos, foi desenvolvido 75% do órgão. "

“Na infância temos a formação do sistema nervoso central e isso interfere para o resto da vida. Com o que isso é formado? Com substâncias presentes nos refrigerantes, que vemos nas mamadeiras? Com iogurte de morango, que acham que estão dando morango?”.









quinta-feira, 18 de junho de 2015

Crianças da era do pacotinho não conhecem os vegetais. Como será o futuro deles?

BioBrazil Fair e a brilhante apresentação da Dra. Denise Carreiro

Fonte: Organics Net

Em debate realizado na quarta-feira (10/6) durante a BioBrazil Fair, a nutricionista e professora Denise Carreiro afirmou que introduzir hábitos saudáveis, como o consumo de orgânicos, desde cedo é a chave para prevenção de doenças crônicas e que a alimentação desenvolvida por um indivíduo determina toda estruturação de seu organismo. 

“A única coisa que forma uma célula é nutriente e a única coisa que nos forma são células. É tudo o que vemos, mas principalmente o que a gente não vê: hormônios, enzimas, neurotransmissores. Nossa renovação celular é feita a partir do que a gente absorve, da matéria-prima que se coloca dentro do organismo.”

Os métodos de produção baseados em agrotóxicos e defensivos oferecem alimentos com até 40% menos vitaminas,minerais e fitoquímico do que a 50 anos atrás, de acordo com a nutricionista. 

Como exemplo, Denise citou o resveratrol, substância presente na uva que previne problema cardiovascular e cerebral. Antifúngico, o resveratrol é produzido pela própria planta, mas quando ela recebe uma quantidade exacerbada de defensivos com essa função, pára de produzi-lo. “Um alimento que teoricamente teria uma das substâncias mais importantes pra vida não tem mais porque não precisou produzir. Muitos do fotoquímicos que fazem as nossas ações antioxidantes, prevenção de câncer, são feitos pelas plantas para se defender do meio e com agrotóxico temos uma queda muito grande disso.”

Segundo Denise, a deficiência de nutrientes nos alimentos, aliada aos hábitos modernos de se consumir menos frutas, legumes e verduras e mais industrializados, é fator que aumenta gradativamente o número de pessoas com doenças crônicas não transmissíveis, e que estas afetam cada vez mais as crianças.


Desenvolvimento humano

O pico do desenvolvimento do cérebro humano ocorre entre o terceiro trimestre de gravidez aos 18 meses da criança. 
Até os 5 anos, foi desenvolvido 75% do órgão. 

“Na infância temos a formação do sistema nervoso central e isso interfere pro resto da vida. Com o que isso é formado? Com substâncias presentes nos refrigerantes, que vemos nas mamadeiras? Com iogurte de morango, que acham que estão dando morango?”. 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) um mínimo de 400 gramas de legumes, verduras e frutas por dia seria o necessário pra evitar doença crônica não transmissível.

A professora também chamou atenção para alternativas ao combate de transtornos como o déficit de atenção, que segundo ela podem ter origem numa alimentação incorreta e serem minimizados ou curados com dietas adequadas “O Brasil é o segundo pais no mundo em venda de ritalina, que age nas mesmas vias da anfetamina. Dão para crianças a partir dos 3 anos de idade para controle dos déficits de atenção e hiperatividade e ninguém pensa no que elas estão comendo. Qual a interferência da matéria-prima que está sendo colocada no organismo para formar e fazer funcionar este cérebro?”
Para auxiliar um consumo saudável desde a infância, em março deste ano o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, sancionou a Lei nº 16.140, que prevê a inclusão de produtos orgânicos ou de base agroecológica na alimentação na rede escolar municipal, onde são servidas diariamente mais de 2 milhões de refeições.

Na opinião da nutricionista ainda há uma inversão de prioridades na hora de escolher um alimento. “A ideia de que somos feitos e funcionamos a partir do que colocamos dentro do nosso organismo não existe. Existe apenas a idéia de quantas calorias possui determinados alimentos.” 

Para ela, deve haver uma preferência por alimentos naturais na nossa base de alimentação, mas não o radicalismo. “Alimentos naturais, mas, além de tudo, que venham com menos agrotóxicos, como a alimentação orgânica. Neles garantimos mais o que mais está faltando pra gente: vitaminas, minerais e fotoquímicos.”

Quer saber mais dobre Denise Carreiro? Acesse aqui


terça-feira, 16 de junho de 2015

As identidades secretas da gordura trans

Fonte: Proteste - As 23 identidades da gordura trans
29 junho 2012

As 23 identidades da gordura trans
É com essa “clareza” que a lista de ingredientes confirma ou refuta a rotulagem nutricional

Ler e entender o rótulo de um alimento industrializado parece ser tarefa para especialistas. Como reconhecer a gordura vegetal hidrogenada na lista de ingredientes quando ela tem mais de 20 nomes diferentes? 

Na lista abaixo estão as 23 denominações de compostos que contêm ou podem conter gordura trans que foram encontradas na pesquisa da UFSC. Com as dicas a seguir, tente concluir, sem dúvidas, se os alimentos que você compra contêm ou não alguma gordura trans em todo o conteúdo do pacote.

O termo “gordura” refere-se sempre a sólidos. As gorduras líquidas são chamadas de óleos, à exceção dos óleos de palma e coco, apesar de naturalmente cremosos.
Segundo a Anvisa, quando se usa a denominação “óleo”, é preciso identificar qual espécie vegetal foi usada (soja, milho, canola etc.), o que, aliás, não se observa na maioria dos nomes encontrados na pesquisa.

A pesquisadora Rossana Pacheco ressalta que o uso de óleo de coco ou palma costuma ser alardeado pelos fabricantes, por serem ingredientes “nobres” e mais caros. Logo, se o rótulo diz “gordura vegetal”, sem especificar, é grande a chance de não ser de coco nem de palma, e sim óleo hidrogenado.

Outra forma de solidificar um óleo é por interesterificação. Este processo não gera ácidos graxos trans..

O grau de hidrogenação (total ou parcial) indica a probabilidade de o ingrediente ter ou não gordura trans (maior na parcial).

Segundo Antonia Aquino, da lista abaixo, somente as denominações “hidrogenada”, “gordura” e “gordura hidrogenada” estão fora do padrão.

As substâncias a seguir, por sua natureza, contêm gordura trans com certeza:
1. gordura hidrogenada
2. gordura
3. hidrogenada
4. gordura parcialmente hidrogenada
5. gordura vegetal hidrogenada
6. gordura vegetal parcialmente hidrogenada
7. gordura parcialmente hidrogenada e/ou interesterificadagordura de soja parcialmente hidrogenada
8. gordura hidrogenada de soja
9. óleo vegetal parcialmente hidrogenado.
10. óleo vegetal hidrogenado
11. óleo de milho hidrogenado
12. óleo vegetal de algodão, soja e palma hidrogenado
13. óleo vegetal líquido e hidrogenadomistura láctea para bebidas (3º ingrediente gordura vegetal)

As substâncias a seguir podem ou não conter gordura trans:
  • gordura vegetal
  • gordura vegetal de girassol
  • gordura vegetal de soja
  • creme vegetal
  • composto lácteo com gordura vegetal (3º ingrediente gordura vegetal) .
  • margarina
  • margarina vegetal
  • margarina vegetal hidrogenada



segunda-feira, 15 de junho de 2015

O não tão doce açúcar ....

Todo mundo gosta de doce, e que ele alegra a vida, não podemos negar. Mas será que são os doces feitos em casa que fazem mal à saúde?

No artigo Açúcar: adoçando a história  contamos um pouco de como essa doçura chegou em nosso país e os diferentes tipos de açúcar que encontramos à venda. 

Falamos também que para adoçar nossos pratos e bebidas o ideal é o mel e a rapadura ralada orgânicos, lembramos que a banana, as tâmaras e as passas também fazem muito bem esse papel.E que na falta desses podemos utilizar o açúcar mascavo orgânico.

Em casa quando faço um doce ou adoço uma bebida, sempre diminuo a quantidade de açúcar que a receita pede e assim vamos acostumando nosso paladar a depender cada vez menos do sabor adocicado demais. 

Pois bem, mas e o açúcar que não podemos controlar? Aquele que está escondido nos alimentos industrializados, os verdadeiros vilões da saúde.

Achei um artigo bem legal na Mdemulher que explica bem as quantidades de açúcar saudáveis ao nosso organismo e o que ingerimos sem prestar atenção:

Açúcar: quantidade diária recomendada
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde) 25 gramas de açúcar por dia (cerca de seis colheres de chá) é o ideal para uma alimentação saudável.


Mas como será que o açúcar aparece nos alimentos industrializados?
  • Achocolatado em pó: 3 colheres (sopa) equivalem a 2 colheres (sopa) de açúcar. 
  • 2 balas de caramelo: 2 colheres (sopa) de açúcar.
  • 1 barra de chocolate ao leite (100g) : 3,5 colheres (sopa) de açúcar.
  • 1 barra de chocolate branco (100g): 4 colheres de sopa de açúcar
  • 1 barra de cereal: 1/2 colher de sopa de açúcar
  • 2 biscoitos recheados: 2 colheres de sopa de açúcar
  • Frutas cristalizadas (50g): 2,5 colheres de sopa de açúcar
  • 1 lata de refrigerante: 3 colheres de sopa de açúcar
  • 1 copo de suco industrializado: 1,5 colher de sopa de açúcar
  • 1 lata de leite condensado: 13 colheres de sopa de açúcar

Os outros nomes do açúcar:


Um produto sem açúcar não contém sacarose, mas pode conter outros tipos de açucares como o mel, o xarope de milho e a glicose, entre outros:

  • Maltodextrina, que não tem gosto doce e não é considerado um açúcar por lei - embora 100% se transforme em açúcar no organismo.
  • Maltitol: o produto pode receber a palavra DIET no rótulo e pode receber a expressão ZERO AÇÚCAR no rótulo, mesmo que seja CHEIO de maltitol, que eleva a glicose no sangue quase (75%) tanto quanto o açúcar!
  • Xarope de milho invertido/ glusose / frutose: adoçante concentrado, eleva triglicerídeos, causa obesidade e diabetes. Além de vir do milho que provavelmente é transgênico.
  • Acesulfame-K: duzentas vezes mais doce que o açúcar, pode causar câncer.

Qual é a saída?
Envolva-se com a sua alimentação e com a alimentação de sua família, leia os ingredientes,escolha comida de verdade, caseira. Tem muitas receitas fáceis e rápidas, ideais para quem está se iniciando na arte da culinária. Eu mesma tenho um blog  recheado delas, veja BioCulinária

O único jeito de tomar decisões conscientes é se informar, se educar, entender o que está colocando para dentro do seu corpo, a recompensa é saúde. Parodiando o Pequeno Príncipe, você é eternamente responsável por tudo aquilo que come.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Importância da alimentação orgânica é destaque na BioBrazil

Fonte: Revista Globo Rural

Segundo nutricionista, introduzir hábitos saudáveis na dieta desde cedo é a chave para prevenção de doenças crônicas
POR VINICIUS GALERA DE ARRUDA, COM SUSANA BERBERT


Debate tratou dos benefícios da agricultura orgânica e a nova lei de alimentação orgânica escolar em SP (Foto: Susana Berbert/Ed. Globo)

Nesta semana acontece em São Paulo a 11 ª Feira internacional de produtos orgânicos e agroecologia (BioBrazil Fair | Biofach America Latina). Com 122 expositores, a feira apresenta aos visitantes opções do segmento que vão desde de alimentos orgânicos in natura a biojoias e tecidos, variedade de oferta que aponta para tendência de crescimento do mercado de orgânicos de forma mundial.

Somente no Brasil, o segmento cresce em média 30% a 40% ao ano. Dados do Instituto de Promoção do Desenvolvimento (IPD) mostram que o faturamento para neste ano pode atingir até R$ 2,6 bilhões, 30% a mais em relação a 2014.

Ming Liu, coordenador executivo da Organics Brasil, acredita que o aumento da produção e procura por orgânicos é reflexo de uma mudança na mentalidade dos consumidores de forma mundial. “A tendência de consumo hoje é voltada a produtos em que questões como bem-estar e saúde são prioritárias. Hoje as empresas devem buscar produtos práticos, mas não necessariamente industrializados, porque a questão de praticidade apenas não resolve mais. A qualidade dos alimentos conta.”

Saiba mais
Orgânicos em foco
Orgânicos se tornam negócio rentável e organizado
5 empresas de orgânicos que estão diversificando seus produtos

Em debate realizado na quarta-feira (10/6) durante a BioBrazil Fair, anutricionista e professora Denise Carreiro afirmou que introduzir hábitos saudáveis, como o consumo de orgânicos, desde cedo é a chave para prevenção de doenças crônicas e que a alimentação desenvolvida por um indivíduo determina toda estruturação de seu organismo. “A única coisa que forma uma célula é nutriente e a única coisa que nos forma são células. É tudo o que vemos, mas principalmente o que a gente não vê: hormônios, enzimas, neurotransmissores. Nossa renovação celular é feita a partir do que a gente absorve, da matéria-prima que se coloca dentro do organismo.”

Os métodos de produção baseados em agrotóxicos e defensivosoferecem alimentos com até 40% menos vitaminas, minerais e fitoquímico do que a 50 anos atrás, de acordo com a nutricionista. Como exemplo, Denise citou o resveratrol, substância presente na uva que previne problema cardiovascular e cerebral. Antifúngico, o resveratrol é produzido pela própria planta, mas quando ela recebe uma quantidade exacerbada de defensivos com essa função, pára de produzi-lo. “Um alimento que teoricamente teria uma das substâncias mais importantes pra vida não tem mais porque não precisou produzir. Muitos do fotoquímicos que fazem as nossas ações antioxidantes, prevenção de câncer, são feitos pelas plantas para se defender do meio e com agrotóxico temos uma queda muito grande disso.”

Segundo Denise, a deficiência de nutrientes nos alimentos, aliada aos hábitos modernos de se consumir menos frutas, legumes e verduras e mais industrializados, é fator que aumenta gradativamente o número de pessoas com doenças crônicas não transmissíveis, e que estas afetam cada vez mais as crianças.

Desenvolvimento humano

O pico do desenvolvimento do cérebro humano ocorre entre o terceiro trimestre de gravidez aos 18 meses da criança. Até os 5 anos, foi desenvolvido 75% do órgão. “Na infância temos a formação do sistema nervoso central e isso interfere pro resto da vida. Com o que isso é formado? Com substâncias presentes nos refrigerantes, que vemos nas mamadeiras? Com iogurte de morango, que acham que estão dando morango?”. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) um mínimo de 400 gramas de legumes, verduras e frutas por dia seria o necessário pra evitar doença crônica não transmissível.

A professora também chamou atenção para alternativas ao combate de transtornos como o déficit de atenção, que segundo ela podem ter origem numa alimentação incorreta e serem minimizados ou curados com dietas adequadas “O Brasil é o segundo pais no mundo em venda de ritalina, que age nas mesmas vias da anfetamina. Dão para crianças a partir dos 3 anos de idade para controle dos déficits de atenção e hiperatividade e ninguém pensa no que elas estão comendo. Qual a interferência da matéria-prima que está sendo colocada no organismo para formar e fazer funcionar este cérebro?”

Para auxiliar um consumo saudável desde a infância, em março deste ano o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, sancionou a Lei nº 16.140, que prevê a inclusão de produtos orgânicos ou de base agroecológica na alimentação na rede escolar municipal, onde são servidas diariamente mais de 2 milhões de refeições.

Na opinião da nutricionista ainda há uma inversão de prioridades na hora de escolher um alimento. “A ideia de que somos feitos e funcionamos a partir do que colocamos dentro do nosso organismo não existe. Existe apenas a idéia de quantas calorias possui determinados alimentos.” Para ela, deve haver uma preferência por alimentos naturais na nossa base de alimentação, mas não o radicalismo. “Alimentos naturais, mas, além de tudo, que venham com menos agrotóxicos, como a alimentação orgânica. Neles garantimos mais o que mais está faltando pra gente: vitaminas, minerais e fotoquímicos.”

Relação saudável

Além de benefícios físicos que proporciona, a agricultura orgânica também aparece como grande alternativa para construção de um relacionamento positivo do homem com o meio. Fernando Ataliba, agricultor no Sítio Cataventoe conselheiro da Associação de Agricultura Orgânica, falou sobre a importância da produção para manutenção das condições climáticas e do bem-estar do ecossistema por preservar o ciclo das águas que, segundo ele, é impactado negativamente pela agricultura convencional.

Entre as características prejudiciais da agricultura dominante, ele destacou a ausência de árvores, maquinário pesado e o uso de defensivos. “A sua eficiência é baseada fundamentalmente na grande escala, com maquinário pesado e árvores não podem conviver com este sistema. Também utilizam insumos químicos subsidiados, pagos pela toda sociedade, que tornam a agricultura mais barata.”

O problema da falta de árvore, segundo Fernando, é que não há a regularidade necessária de chuva, como acontece quando existe uma floresta preservada. Em relação ao maquinário e a utilização de herbicidas e agrotóxicos, o solo se torna impermeável, perdendo a capacidade de receber água e de encaminhá-la aos mananciais. “Mais importante do que aprendermos a economizar água é aprendermos a não interromper o ciclo da água ”, disse.

Para Fernando, o benefício da agricultura orgânica para o ecossistema está exatamente no fato de que suas bases para produção são copiadas da natureza: as árvores não são apenas toleráveis nas plantações, mas imprescindíveis, e é impossível haver qualidade nos alimentos produzidos na ausência delas. “Áreas descampadas não podem fazer agricultura orgânica. As árvores criam conforto ambiental, rebatem os ventos, abrigam diversidade biológica.” Outra característica do modo de produção é o solo sempre coberto, protegido da incidência do sol e do impacto direto da chuva. “Não se pode colher maravilhosa produção de orgânicos, com muitos fotoquímicos e minerais, em um solo que não esteja absolutamente vivo, com atividade biológica intensa.”

A manutenção das árvores e preocupação com o solo faz com que o ciclo das águas seja preservado e, ainda, que o cultivo de orgânicos utilize menos água, mesmo em culturas irrigadas. Observar a natureza e incorporar os elementos presentes nela é o segredo para quem espera sucesso na produção. “Aprendemos com a natureza coisas fantásticas. A postura de humildade da agricultura orgânica em relação a ela, de tentar sempre olhá-la para aprender, tem tornado possíveis muitas soluções para problemas que a agricultura convencional não consegue resolver.”

Tabela de Alergênicos do Mac Donalds



 





Lembrando:

  • Corante amarelo - altamente alergênico
  • Os famigerados sulfitos, considerados a causa primária da dor de cabeça do dia depois, e de mais várias intolerâncias
  • Glutamato Monossódico que é um realçador de sabor para viciar o paladar.

Fonte: mcdonalds.com.br/secciones/nutricion/include/pdf/tabela_alergenos.pdf

Assentados fornecem arroz orgânico para escolas municipais de SP

Cooperativa vai entregar 1,5 toneladas de arroz orgânico, garantindo alimentação saudável aos alunos e preservando o equilíbrio ambiental
por Redação da RBA publicado 12/06/2015

INCRA


Arroz orgânico é produzido por 522 famílias, em 16 assentamentos, no Rio Grande do Sul


São Paulo – No terceiro contrato com a Prefeitura de São Paulo, a Cooperativa dos Trabalhadores Assentados da Região de Porto Alegre (Cootap), maior produtora de arroz orgânico do país, promete entregar 1,5 toneladas do produto, que vai alimentar cerca de 900 crianças da rede municipal.

Nelson Krupinski, da Cootap, que participa da Feira Bio Brazil Fair, no Parque do Ibirapuera, diz que a inserção de alimentos orgânicos da agricultura familiar na merenda escolar responde a uma demanda da sociedade moderna por uma agricultura que respeita a natureza.

"Produzir de forma respeitosa com a natureza é, também, um ganho econômico, mas também um ganho coletivo, da sociedade, porque não vai contaminar a água, não vai contaminar o solo, e, consumindo mais produtos orgânicos, vamos deixar de consumir o veneno que o agronegócio passa em suas lavouras, anualmente, e dá de presente para a sociedade", afirmou Nelson, em entrevista à Rádio Brasil Atual.

Segundo Nelson, estudos realizados por acadêmicos gaúchos tem comprovado os benefícios da agricultura orgânica na preservação de várias espécies. Em um dos estudos relatados, pesquisadores descobriram que, em uma área determinada de produção tradicional de arroz, com o uso de agrotóxicos, foram encontradas cerca de 200 espécies de insetos. Já para uma área equivalente de cultivo agroecológico, foram encontradas mais de 1.500 espécies vivas.

Para ele, os resultados comprovam que "produzir alimento de qualidade, respeitando a natureza, também respeita outros tipos de vida, fortalecendo o sistema que já existe, de solo, água e demais recursos naturais. Se produz orgânicos, no interior, no campo, e se ganha muito nas cidades".

Carne Suína do Empreendedorismo Familiar Rural chega às unidades educacionais


Compra beneficia cerca de 270 mil alunos



A partir deste mês de junho, a carne suína oriunda do Empreendedorismo Familiar Rural passará a compor as refeições de cerca de 270 mil alunos de 580 unidades educacionais da Rede Municipal de Ensino. O Departamento de Alimentação Escolar (DAE) adquiriu 90 toneladas do produto da Cooperativa dos Suinocultores de Caí Superior, localizada em Harmonia, no Rio Grande do Sul.

O investimento, no valor de R$ 1.089.000,00, beneficiará por seis meses os alunos de unidades educacionais com gestão mista das Diretorias Regionais de Educação (DRE) Butantã, Campo Limpo, Santo Amaro e Pirituba e também as escolas com gestão direta das demais DREs.

A compra também beneficia 59 famílias trabalhadoras de todas as etapas da produção da carne suína, ligadas à Cooperativa dos Suinocultores de Caí Superior.

Na Escola Municipal de Ensino Infantil (EMEI) Profª Dorina Nowill, da DRE Santo Amaro, a adição da carne suína à composição das refeições foi bem recebida tanto por alunos como pelos educadores. “Gostei muito da carne. Nunca tinha comido antes!”, disse a aluna Julia Gomes. “Também gostei de comer essa carne na escola. Minha mãe já fazia em casa, e eu gosto”, contou o aluno Bruno da Cunha.

Além de saborosa, a carne suína é fonte de proteínas, ferro e vitamina B12, como a maioria das proteínas animais. "A carne suína, comparada com uma carne bovina gorda ou frango com pele, é mais saudável e tem menos gordura, e continua com os mesmos benefícios das proteínas que já oferecemos para os alunos”, explica Isabelle Pinheiro, nutricionista do DAE.

Para a diretora da unidade, Celina Henrique, a introdução da carne suína é importante para a diversificação do cardápio, além de ser mais uma oportunidade de tratar sobre a alimentação em sala de aula. “Com a realização do trabalho em sala de aula antes da apresentação do alimento, as crianças aproveitam mais. Também é importante para elas ter algo a mais no cardápio, poder experimentar algo diferente”, disse Celina.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Instituto Chão e os alimentos orgânicos mais baratos. Bora lá?

Fonte: Nosso mundo orgânico
Instituto Chão
Postado por Bianca Pulice




O Instituto Chão é uma associação sem fins lucrativos formada por 6 amigos que quiseram experimentar algo diferente.

Inaugurado dia 26 de Maio, a associação é um espaço de convivência e de economia social para a experimentação de novas formas de relação e que gera reflexão nas formas de consumo que estamos habituados.

Localizado no coração da Vila Madalena o espaço tem um café, uma mercearia com produtos orgânicos e artesanais, plantas e cerâmicas.

Obviamente a rede wifi é aberta e você pode tomar um cafezinho por R$ 1,50. Não, eu não errei. No Instituto Chão a ideia é que tudo servido ou vendido ali seja repassado ao consumidor pelo preço de compra. Os custos são expostos a todos, assim como o que é arrecadado e esse painel é atualizado diariamente.

Esses são alguns dos princípios da economia solidária, ou o que podemos chamar de era pós capitalismo. Na economia solidária não há exploração dos trabalhadores envolvidos nos processos, não há especulação de preços e a rede é horizontal, ou seja, não existe hierarquia, tudo é decidido junto, para o bem de todos. O consumo é consciente e todos cooperam entre si.













Estive a semana passada em um curso que falava exatamente sobre esse novo tipo de economia e assim que voltei vi a notícia sobre a abertura do Instituto Chão. Quase chorei de emoção e fui conhecer no dia seguinte.

O espaço é lindo, super moderno e agradável, dá pra passar horas ali. Se chegar cedo você consegue comprar verduras e legumes do Sítio Escola Portão Grande (o sítio que fornece os legumes, verduras e frutas varia). Também é possível comprar plantas, comer um pão na chapa, tomar um suco, fazer uma reunião e umas comprinhas de produtos orgânicos da Fazenda Demétria, da Ecobio, queijos da Fazenda Tamanduá, congelados… e cerâmicas lindas que ficam expostas.

Só para se ter uma ideia, o mel Demeter custa R$ 9,00 no Instituto Chão. O mesmo mel no supermercado custa por volta do dobro do preço. E diferente do que alguns podem pensar, esse valor a mais não está indo pro produtor o que ajuda a tornar a relação de produção e consumo injusta.

Em cima do caixa fica a grande lousa com os custos do Instituto abertos. Assim você consegue ter ideia de quanto eles precisam para fechar o mês e não ficar no vermelho.

Para dar suporte a essa nova forma de consumo você pode ser um aliado do Instituto e participar da construção desse projeto: pode comprar os produtos direto do produtor, propor e realizar atividades no espaço, debater o projeto em reuniões periódicas… Para ajudar a manter o espaço você pode contribuir com R$ 60,00 mensais.

O sucesso foi tão grande que ontem e sexta eles precisaram fechar para se reorganizar, pois não esperavam tanta gente interessada logo na primeira semana de abertura.

Achei a ideia incrível e espero que as pessoas entendam a pegada e ajudem a fazer funcionar e que em breve muitos “Institutos Chão” possam abrir suas portas pelo Brasil afora.

Instituto Chão
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sexta-feira, 5 de junho de 2015

Impactos da Lei da Alimentação Escolar Orgânica em debate na Bio Brazil Fair

O município de São Paulo ganhou este ano a Lei da Alimentação Escolar Orgânica, sancionada pelo prefeito Fernando Haddad em abril, que prevê a inclusão de produtos orgânicos ou de base agroecológica na alimentação da rede escolar municipal, onde são servidas diariamente mais de 2 milhões de refeições. No próximo dia 10 de junho, especialistas no tema atualizam dados e apresentam informações sobre a importância da lei e seu impacto sob a ótica da educação, saúde, economia e meio ambiente. Os efeitos positivos vão do apoio ao desenvolvimento da agricultura familiar orgânica e fixação do homem no campo aos benefícios nos processos cognitivos das crianças e jovens.

A abertura será feita pela presidente da AAO - Associação de Agricultura Orgânica, Maluh Barciotte, seguida de debate com os seguintes especialistas: Denise Carreiro, nutricionista clínica e autora de publicações sobre nutrição, que mostrará o impacto de uma alimentação saudável para as crianças, implicando numa maior expectativa e qualidade de vida; Monica Pilz Borba, pedagoga e fundadora da ONG Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade, que falará sobre os impactos da lei na educação; Fernando Ataliba, produtor orgânico do Sítio Catavento, que irá revelar os impactos da lei no meio ambiente; e Nelso Krupinski, da COOTAP - Cooperativa dos Trabalhadores Assentados da Região de Porto Alegre, responsável pelo primeiro fornecimento de arroz orgânico às escolas municipais de São Paulo, que abordará o impacto no crescimento da agricultura familiar e na produção de orgânicos.

A nova lei determina que as compras públicas priorizem sempre o alimento orgânico de base familiar, para só então atingir o pequeno e médio produtor, com o pagamento de até 30% a mais que o valor de alimentos similares convencionais, principal forma de garantir a introdução desses produtos, com amplo impacto na produção orgânica. Hoje, o município já compra produtos de base familiar e orgânica, que representam cerca de 17% das aquisições para a alimentação escolar, a exemplo das frutas cítricas, sucos de uva e laranja integral, iogurte, óleo de soja, carne suína, arroz orgânico e feijão carioca e preto.

“Do ponto de vista do movimento orgânico, é a maior conquista dos últimos 20 anos, abrindo amplo horizonte para o apoio aos agricultores orgânicos e agroecológicos e grande impacto na saúde pública. São Paulo é a grande vitrine do país e uma legislação desse tipo abre portas para as pessoas entenderem o que é uma alimentação saudável, revelando sua importância para toda a população. O desafio hoje está no desconhecimento dos orgânicos pela sociedade, ainda vistos como alimentos de elite, o que não corresponde à realidade, a exemplo das possibilidades de compra direta da agricultura familiar ou em feiras orgânicas e hortas urbanas”, afirma a presidente da AAO, Maluh Barciotte. Ela ressalta ainda recente dado divulgado pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA) relacionando os agrotóxicos aos riscos à saúde e, especialmente, às causas do câncer.

Estudos clínicos já demonstram que uma alimentação saudável e equilibrada pode fazer a diferença na saúde, ao mesmo tempo que alimentos convencionais, com agrotóxicos, possuem até 50% menos de vitaminas e fitoquímicos, segundo Denise Carreiro. O consumo excessivo de alimentos industrializados também vem implicando no aumento de doenças como diabetes ou hipertensão, cada vez mais comuns em crianças. Segundo o IBGE, uma em cada três crianças entre 5 e 9 anos hoje no Brasil está com sobrepeso.

O fortalecimento da produção orgânica também já vem acontecendo no campo, a exemplo da atuação da COOTAP - Cooperativa dos Trabalhadores Assentados da Região de Porto Alegre, que hoje se coloca como a maior produtora brasileira de arroz orgânico, com 15 mil toneladas na última safra. Nesse sentido, a nova lei surge como instrumento importante no estímulo ao crescimento da produção e das cooperativas de produtores em diferentes regiões.

Assessoria de Imprensa – AAO – Associação de Agricultura Orgânica
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