domingo, 30 de agosto de 2015

Mulher cria restaurante orgânico em triciclo 'na contramão de food trucks'

Fran Lodde, de 37 anos, deu outra função a triciclo parado em casa.
Veículo carrega alimentos orgânicos e artesanais por ruas de Piracicaba.

Do G1 Piracicaba e Região


Fran Lodde é uma das idealizadoras da Casa Nômade em Piracicaba (Foto: Fran Lodde/Arquivo Pessoal)

A publicitária Fran Lodde, de 37 anos, não sabia andar de bicicleta e tinha um triciclo parado em casa. A falta de habilidade não impediu que que ela desse nova função ao veículo e, junto com outras duas parceiras, criou o projeto Casa Nômade, que comercializa alimentos orgânicos e artesanais pelas ruas de Piracicaba (SP).


Ela diz que a ideia "não surgiu com a moda" dos foodtrucks e foodbikes e sim com o objetivo de valorizar o pequeno produtor e a alimentação natural.

"Eu não sei andar de bike e ainda sinto dificuldade de utilizá-la na cidade, por conta do trânsito cada vez mais caótico e da falta de ciclovias e ciclofaixas", afirmou. E ela rejeita o termo da moda "food bike" devido às características dos alimentos que vende.

Publicitária transforma triciclo em food bike
em Piracicaba (Foto: Fran Lodde/Arquivo Pessoal)

Parceiras
Fran, Carolina Perencin, de 28 anos, e Mariana Pedrozo, de 32, são integrantes de um coletivo de fomento de cultura e sustentabilidade de Piracicaba (SP).

A ideia do triciclo partiu de Fran, mas 'avançou' com a ajuda das amigas, que ajudam como voluntárias durante os eventos embulantes.

O projeto se concretizou há cerca de dois meses e já ganhou espaço nas ruas da cidade.

Sem agrotóxicos
"Fomos ao serralheiro artístico, amigo nosso, e transformamos o tricículo em uma food bike", contou Fran, que garante: "Não nos espelhamos na moda do food truck. Nossa ideia é outra", ressaltou.

A "ideia", segundo ela, é aproximar o produtor rural com o consumidor. Todos os pratos do cardápio são elaborados com alimentos colhidos direto da roça e sem agrotóxicos.

"O cardápio é preparado de acordo com os alimentos que os produtores nos repassam, de forma a respeitar o tempo de colheita", ressaltou Fran. “A intenção é valorizar os produtores locais, a agricultura familiar e fortalecer a cultura da alimentação orgânica, mais saudável e consciente", explicou.
Pratos são preparados com alimentos colhidos direto da roça (Foto: Cada Nômade/ Divulgação)

Produtora rural
Dona Lourdes, do sítio São Benedito, em Piracicaba, é uma das produtores rurais que fornece alimentos diretos da roça para a food bike.

"Toda semana, ela informa o que vai produzir e nos preparamos as receitas. Privilegiamos produtos cada vez mais integrais e orgânicos, sem glutén ou açúcar, mas que sejam saborosos, combinando paladar e nutrição", disse.


Brigadeiro de gengibre com laranja, cacau e erva cidreira faz sucesso (Foto:Fran Lodde/Arquivo Pessoal)

Cardápio
Essa aproximação entre quem fornece e quem consome se deu por meio da parceria com uma outra iniciativa voluntária, já consolidada e realizada no coletivo.

Atualmente, a food bike fica estacionada na Rua Luiz de Queiroz, em um ponto turístico, de maneira formalizada junto à Prefeitura. Ela oferece cardápio variado com bolos, brigadeiros, charutos recheados, sucos, risotos, pães e empanadas. Os preços vão de R$ 4 a R$ 15. Um dos pratos preferidos dos clientes do tricículo são os brigadeiros de gengibre com laranja, cacau e erva cidreira.


Triciclo comercializa pratos artesanais e orgânicos em Piracicaba (Foto: Casa Nômade/Divulgação)

Hungria queima todos as Plantações de Transgênicos da Monsanto





Fonte: Controvérsia
POSTED BY: CLAUDIO PALACIO 22/08/2015

Na Hungria está proibida a entrada e comercialização de sementes transgênicas (OGM ou Organismos Geneticamente Modificados) da Monsanto e é responsabilidade dos próprios comerciantes vigiar que suas sementes não estejam contaminadas. Por isso, quando são encontradas plantas contaminadas, deve-se destruir todo o campo.

Os agricultores húngaros, ao perceber que as sementes transgênicas foram misturadas com as normais sem seu consentimento, decidiram queimar mil hectares de plantações de milhos de sementes transgênicas da Monsanto.

Por sorte, com esta ação foi evitada a contaminação de outros cultivos. Pelo menos, assim declarou o secretário de estado adjunto do Ministério do Desenvolvimento Rural, Bognar Lajos.

Em 2013, grandes cultivos de milho transgênico foram também destruídos, de acordo o site Global Research.

Já é conhecida, no mundo da agricultura, a estratégia que possui a corporação Monsanto, de contaminar as sementes normais com as suas modificadas, e assim cobrar patentes correspondentes. Por isso foi proibido a entrada de sementes em vários setores, já que além da polinização, contaminam outros campos.

Em grande escala, a polinização da semente transgênica é um golpe mortal para a agricultura livre que está protegida em países como a Hungria. Isso, ao menos por soberania, deveria ser respeitado pela corporação.

Participe da discussão no Fórum Notícias Naturais.
Fonte: http://www.noticiasnaturais.com/

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Polêmica Canola X Coco. É só pensar!!!!

Esta semana foi um "auê" nas redes sociais por causa de uma reportagem feita em um conhecido programa de TV que já tem fama de causa mal estar em pessoas e profissionais engajados em uma alimentação mais consciente e saudável. Lembra do médico que recomendava shakes e depois descobriram que ele fazia parte do quadro médico de uma conhecida Indústria de Sakes????

O dito programa apresentou uma posição polêmica, que o óleo de Canola era o melhor, muiiiiito melhor que o óleo de coco e o azeite.

Pensemos "bem basiquinho": se eu espremer a azeitona tenho azeite, se espremer o coco tenho o óleo, assim como todas as oleaginosas. Agora me digam se eu encontrasse uma canola (planta, semente, existe, me mandem uma foto por favor?) sai óleo? 

Isso sem contar que a famosa Nutri que conduzia a reportagem  presta serviços para a Purilev - marca da Cargill para vender, adivinhe só: Óleo de Canola. E viva o Google !!!



Gente vamos começar a pensar sobre nossa alimentação para não cair nas armadilhas de indústria alimentícia/ farmaceutica (porque será que são as mesmas, não é?) Vc come aqui e fica doente ali, simples assim.

Se formos consciente não cairemos em coisas como: 

  • margarina é melhor que manteiga, 
  • leite de caixinha, 
  • pães com mil sementes, 
  • suco que não tem fruta e outras aberrações dos produtos industrializados, que nunca foram alimentos. 
Quer ver dar água na boca?












quinta-feira, 13 de agosto de 2015

DF tem 1º frango orgânico da região


Produçao é complexa e inclui até tratamentos preventivos

Animal foi criado sem uso de nenhum produto sintetizado
Foto: divulgação

Produçao é complexa e inclui até tratamentos preventivos
Há 16 anos, o casal Carlos Gilberto Gonçalves Caetano e Eliana Rodrigues comprou a Fazenda Cantão da Lagoinha, esperando o dia em que ambos sairiam do mercado financeiro para se dedicar ao agronegócio. 

Há três anos, esse dia chegou e eles partiram para o trabalho em que acreditam: a produção orgânica. Hoje, o empresário tem a honra de ostentar um título único: tornou-se o primeiro produtor de frango orgânico certificado do Distrito Federal e da Região Centro-Oeste.

Na área de 165 hectares, em Santo Antônio do Descoberto, no Entorno, eles, inicialmente, criaram um ambiente favorável ao desenvolvimento dos orgânicos, plantando árvores do cerrado e constituindo um ambiente diversificado.  “Frango orgânico é aquele que criado sem o uso de nenhum produto sintetizado pelo homem, fora vacinas”, explica o produtor. “Para conseguir esse resultado, é preciso atuar em toda a produção, como fazemos em nossa propriedade”, completa.


A complexidade da produção inclui a alimentação das aves, os tratamentos preventivos contra enfermidades e o processamento. “Não posso usar nenhum produto sintético nos ingredientes da ração que alimenta as aves. Elas comem principalmente farelos de soja e milho, ambos orgânicos, mais micronutrientes minerais, como cálcio, ferro e sal marinho”, diz o produtor.                

Coca Cola sob fogo por financiar estudos que desvalorizam os riscos da má alimentação


Fonte: Diário de Notícias
por Bárbara Cruz


Fotografia © Arquivo DN

Companhia terá pago mais de 5,5 milhões de dólares a cientistas para que transmitissem à opinião pública que a culpa da obesidade é do sedentarismo, e não de uma dieta pouco saudável.

Começou tudo no domingo passado, com um artigo publicado no New York Times: a Coca Cola, maior produtora mundial de refrigerantes, foi acusada de financiar estudos que apresentam uma nova solução para combater a epidemia de obesidade que alastra a nível mundial. Na prática, para manter um peso saudável - defendem os investigadores cujos trabalhos foram patrocinados pela Coca Cola - importa mais fazer exercício do que cortar nas calorias.

A Coca Cola, refere o New York Times, conseguiu estabelecer parcerias com cientistas influentes nos Estados Unidos da América, e são eles quem tem passado a mensagem de que é o sedentarismo, e não a má alimentação, o principal responsável pela obesidade. Para fornecer apoio logístico e financeiro a estes investigadores, a empresa apoia uma organização sem fins lucrativos, chamada Global Energy Balance Network, que tem promovido a ideia de que os americanos preocupados com um estilo de vida saudável estão mais fixados nas quantidades de comida e bebida que ingerem, quando deviam realmente preocupar-se com o exercício físico.

Já os cientistas do outro lado da barricada garantem que esta mensagem é errada e faz parte da estratégia da Coca Cola para desvalorizar o papel que tem sido atribuído aos refrigerantes no aumento da obesidade e da diabetes tipo 2. Garantem que a empresa está a usar a organização sem fins lucrativos para convencer a audiência de que a atividade física pode compensar uma alimentação pouco saudável, ainda que já tenha ficado provado que o impacto do exercício na saúde é menor quando comparado com alterações na dieta habitual.

A polémica surge numa altura em que, tanto nos Estados Unidos como noutras regiões do globo, se verifica um esforço da comunidade médica e científica para incentivar a aplicação de taxas sobre os refrigerantes. Em Portugal, o diretor do Programa Nacional para a Diabetes já veio defender que as bebidas com elevado teor de açúcar devem ter uma referência aos malefícios que provocam, "tal como acontece para o tabaco e devia existir para o sal". A posição de José Manuel Boavida vai no sentido das recomendações que a Assembleia da República aprovou recentemente, no sentido da adoção de medidas de prevenção, controlo e tratamento de diabetes. Estas medidas visam, sobretudo, limitar o consumo de bebidas e outros alimentos açucarados aos menores de idade, impondo limitações também nos anúncios dirigidos às crianças.

Ao New York Times, Michele Simon, uma advogada na área da saúde pública, disse que a estratégia da Coca Cola é uma "resposta direta" às perdas da companhia. A Coca Cola fez, por outro lado, um investimento substancial na nova associação sem fins lucrativos: só no ano passado, para formalizar a Global Energy Balance Network , a empresa deu 1,5 milhões de dólares - cerca de 1,3 milhões de euros.
Ler Artigo Completo (Pág.1/2)

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Azeite, milho ou canola? Pesquisa identifica óleos mais saudáveis para cozinhar


Fonte: BBC -1 agosto 2015


Qual é o melhor óleo para cozinhar? Pesquisadores de uma universidade britânica analisaram cinco tipos para determinar qual seria o mais saudável

Escolher o óleo certo para cozinhar não é fácil.

Quando o assunto é gorduras e óleos, temos dezenas de opções disponíveis e é complicado saber qual delas será a "mais saudável". As prateleiras dos supermercados têm de tudo. E, nos dias de hoje, apesar de termos mais informações, elas muitas vezes se confundem, porque há muito debate sobre os benefícios e os danos que podem vir do consumo de diferentes tipos de gordura.

Na série da BBC Trust Me, I'm a Doctor perguntamos: "Quais tipos de gordura e óleo são os melhores para cozinhar?"

Você pode pensar que é óbvio que frituras feitas com óleo vegetal são mais saudáveis do que se fosse feitas com óleo animal, como banha ou manteiga.

Mas será?

Para descobrir isso, demos a alguns moradores de Leicester, na Inglaterra, uma variedade de gorduras e óleos e pedimos aos voluntários para usarem todos eles. Também pedimos aos voluntários que guardassem o que sobrasse do óleo para podermos analisar.

As gorduras e óleos usados foram: óleo de girassol, óleo vegetal, óleo de milho, óleo de canola, azeite, manteiga e banha animal.

Depois de usadas para cozinhar, foram coletadas amostras dos óleos e das gorduras e enviadas para a Leicester School of Pharmacy na Universidade de Leicester, onde o professor Martin Grootveld e sua equipe fizeram um experimento paralelo onde eles aqueceram de novo os mesmos óleos a temperaturas altas para fazer frituras.

Quando você está fritando ou cozinhando em uma alta temperatura (próximo de 180°C), as estruturas moleculares de gorduras e óleos mudam. Acontece o que chamamos de oxidação – elas reagem com o oxigênio do ar formando aldeídos e peróxidos de lipídio. Na temperatura ambiente, algo semelhante acontece, mas de maneira muito mais lenta. Quando lipídios se decompõem, eles se tornam oxidados.

O consumo de aldeídos, mesmo que em pequenas quantidades, tem sido relacionado a um risco de doenças do coração e câncer. Então o que Grootveld e sua equipe descobriram?

"Descobrimos que os óleos que eram ricos em poliinssaturados – o de milho e o de girassol – geravam altos níveis de aldeídos."

O resultado foi surpreendente, já que muita gente pensava que o óleo de girassol era o mais "saudável".


Manteiga e banha animal são melhores que óleos de girassol ou de milho para frituras

"Óleo de girassol e de milho são bons", diz o professor Grootveld, "desde que você não submeta eles ao calor, como ao fritar alimentos ou ao cozinhar algo. É um fator químico simples faz com que algo que é visto como saudável para nós se converta em algo que faz mal quando é submetido a temperaturas mais altas."

Comentário do Blog: aqui não foi levado em conta que o milho hoje é quase 90% transgênico. Nem que a Canola já´é transgênica por natureza.

O azeite e o óleo de canola produziram muito menos aldeídos, assim como a manteiga e a banha animal. O motivo é que esses óleos são ricos em ácidos graxos monoinsaturados e saturados, que são muito mais estáveis quando submetidos ao calor. Na verdade, gorduras saturadas raramente passam pelo processo de oxidação.

Segundo Grootveld, o melhor óleo para fritar e cozinhar é o azeite. "Primeiro porque esses compostos tóxicos são gerados em baixa quantidade e segundo porque os compostos que são formados são menos maléficos para o corpo humano."

A pesquisa dele também sugere que, quando o assunto é cozinhar ou fritar, manteiga ou banha animal são mais indicadas do que óleo de girassol e de milho.

"Se eu tivesse escolha entre banha e polinsaturados, eu optaria pela banha sempre."

A banha animal, apesar de ter uma reputação de "não saudável", é, na verdade, rica em gorduras monoinsaturadas.

O estudo também revela outros aldeídos identificado na análise das amostras enviadas para a universidade que ainda não haviam aparecido em outros experimentos com óleos.

"Nós descobrimos algo novo para a ciência aqui. Nunca tínhamos visto isso, estou impressionado."

Os voluntários provavelmente não ficariam muito felizes ao descobrir que o óleo que usaram para cozinhar gerou tantos compostos tóxicos.

O conselho final de Grootveld é, primeiramente, evitar frituras, especialmente aquelas em temperaturas muito altas. Se você estiver fritando algo, tente usar o mínimo possível de óleo e tente remover todo o óleo do alimento após a fritura usando uma toalha de papel, por exemplo.

Para reduzir a produção de aldeídos, opte por um óleo ou gordura que sejam ricos em lipídios monoinsaturados ou saturados (preferencialmente 60% para um ou outro) e mais de 80% para os dois juntos), e que sejam pobres em polinsaturados (menos de 20%).

O professor acredita que o "óleo ideal" para cozinhar seja o azeite, porque "tem 76% de lipídios monoinsaturados, 14% saturados e apenas 10% polinsaturados".

E, nesse caso, o azeite não importa se o azeite é "extra virgem" ou não. "Os níveis antioxidantes presentes em produtos extra virgem são insuficientes para proteger contra a oxidação induzida pelo calor."

O último conselho é manter sempre o óleo guardado longe da luz e não reutilizá-lo, já que isso também leva ao acúmulo de substâncias ruins.

Escolher o óleo certo para cozinhar os alimentos pode evitar riscos de doenças coronárias

Sobre gorduras:
Gorduras polinsaturadas: contêm duas ou mais ligações carbono-carbono. Em alimentos como sementes, peixes, folhas verdes e nozes, podem trazer vários benefícios para a saúde. No entanto, os benefícios advindos do consumo de óleo de girassol e de milho, apesar de ricos em poliinstaturados, ainda não estão tão claros.
Óleos monoinsaturados: contêm apenas uma ligação dupla carbono-carbono. São encontrados em abacates, azeitonas, azeite, amêndoas e avelãs e também em banha animal. O azeite, que tem aproximadamente 76% de monoinsaturados, é um dos principais elementos da dieta mediterrânea, que tem se mostrado muito efetiva para reduzir o risco de doenças do coração.
Gorduras saturadas: não têm ligação dupla de átomos de carbono. Apesar de especialistas indicarem o consumo desse tipo de gordura, recentemente os benefícios dela e de outras gorduras derivadas de animais têm sido questionados.

O corante cochonilha é usado em vários produtos alimentícios, vamos ver como faz?



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