Fonte: Hipócrates online por Carlos Campos Ventura*
Desde 1971 que adoptei as causas ecologistas e, simultaneamente, me apercebi da importância da agricultura biológica. Nesse tempo a oferta era muito limitada, mesmo em Paris, onde eu então vivia. Mas lá já começava a haver pequenas lojas de bairro com alimentos biológicos, principalmente pão, cereais, frutos e legumes, até porque a França foi um dos primeiros países a ter movimentos de agricultores biológicos. Actualmente, a situação é radicalmente diferente. Ao longo de todos estes anos atingiram-se objectivos que pareciam utópicos ainda há poucas décadas. Vamos ver os aspectos mais controversos e questionados, assim como outros, os positivos, acerca da produção e consumo dos comummente chamados alimentos biológicos.
AGRADECIMENTO- o autor agradece as sugestões e críticas de Fernando Serrador, Director técnico da CERTIPLANET, provavelmente o mais experiente especialista em certificação de produção biológica em Portugal.
*Director do Instituto Hipócrates de Ensino e Ciência www.institutohipocrates.pt; presidente da Comissão de Certificação da Certiplanet (entidade que certifica operadores e produtos de agricultura biológica); director da Biocoop (cooperativa de consumidores de alimentos biológicos)
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